A proposta metodológica humanista e humanitária visa buscar nos valores humanos uma educação que contribua com a humanidade e com o planeta.
Nossa busca é por construir uma metodologia juntamente com professores, orientadores, coordenadores, colaboradores e diretores, pois acreditamos que é de forma democrática que podemos construir um método que seja vivido efetivamente na sala de aula (FREIRE, 1996). É por isso que temos um grupo de estudos e pesquisas permanente, que leva esta metodologia para debates em congressos, seminários e encontros de Universidades renomadas (USP e UNIFESP).
Os pensadores são constantemente revisitados e suas teorias são observadas nas salas de aula. Em uma parceria com a Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT (temos ISO 9001desde 2004) buscamos ferramentas que visam à melhoria constante da qualidade da educação. Um dos caminhos que utilizamos constantemente é o PDCA (Plan – Do – Check – Action). Tudo o que fazemos é em equipe.
Planejamos nossas metodologias, fazemos intervenções metodológicas em grupo, verificamos o resultado da metodologia aplicada juntamente com alunos e professores e, por fim, tomamos a melhor ação, seja alterando a rota ou melhorando o caminho.
Neste sentido, nosso método está inconcluso e inacabado (FREIRE, 1996), estamos em constante pesquisa, observação, revisão, estudo e aplicação.
Procurando uma melhoria contínua, aplicamos isto, ensinando e estimulando os educandos sempre, surpreendendo os alunos com novos e curiosos temas, unindo alunos e professores numa busca pelo saber. Enfim, queremos sempre “ser mais” (FREIRE, 1996). Acreditamos numa metodologia sempre aberta para um novo pensador, para uma nova revisão, para um novo referencial teórico e para um novo olhar. Afinal, nosso objetivo é que professores e alunos partilhem do prazer e da alegria do saber (ALVES, 2013, p. 34-36).
Prof. Dr. Alexandre Medeiros
Pós-Doutor em Educação pela Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo – FEUSP
Esta metodologia de ensino humanista e humanitária está em constante evolução, como o próprio universo. Parafraseando Freire, o ser humano não é um “SER” é um “SENDO”, ou seja, ele sempre busca “ser-melhor”, sempre busca “ser-mais”. Isto é “SER-HUMANO” (FREIRE, 1996).
