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	<title>Arquivo de Centro de Estudos Júlio Verne - Julio Verne</title>
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	<title>Arquivo de Centro de Estudos Júlio Verne - Julio Verne</title>
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		<title>Júlio Verne incentiva alunos do Ensino Médio à doação de sangue e fortalece a formação cidadã</title>
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		<dc:creator><![CDATA[julioverne]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 17:58:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Estudos Júlio Verne]]></category>
		<category><![CDATA[Doação de sangue]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Formar cidadãos conscientes também significa ensinar, na prática, o valor da solidariedade. Foi com esse propósito que os alunos do Ensino Médio do Júlio Verne Centro de Estudos participaram de uma ação de doação de sangue, idealizada pelo professor Everaldo Rodrigues (História). A iniciativa faz parte da proposta humanista da escola, que busca ir além...</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Formar cidadãos conscientes também significa ensinar, na prática, o valor da solidariedade. Foi com esse propósito que os alunos do Ensino Médio do Júlio Verne Centro de Estudos participaram de uma ação de doação de sangue, idealizada pelo professor Everaldo Rodrigues (História).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa faz parte da proposta humanista da escola, que busca ir além da formação acadêmica, incentivando atitudes de empatia, responsabilidade social e compromisso com o próximo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que uma proposta humanista, o Júlio Verne adota uma metodologia humanista e humanitária, que incentiva os alunos a colocarem em prática valores capazes de transformar a comunidade ao seu redor. Inspirada nos ensinamentos de Jesus sobre o amor ao próximo e em pensadores como Rubem Alves, cuja Pedagogia da Compaixão integra os pilares da metodologia da escola, essa formação estimula os estudantes a utilizarem seus conhecimentos e atitudes para contribuir com a sociedade. Nesse contexto, a doação de sangue torna-se um exemplo concreto de como a educação pode formar pessoas comprometidas com o cuidado e o bem comum.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao aproximar os estudantes de uma causa tão importante, o projeto mostrou que a educação também acontece por meio de experiências que despertam consciência e inspiram ações concretas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ação foi realizada no Banco de Sangue do Hospital Estadual de Diadema, cidade onde estão localizadas as duas unidades do JV, e contou com o apoio da coordenadora do serviço, <strong>Dra. Melca Barros</strong>, que destacou a importância da participação dos jovens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O sangue humano é insubstituível. Só é possível obtê-lo por meio da doação de outra pessoa.Essa iniciativa que o professor Everaldo teve é uma atitude com louvor, porque se eu conseguir que 10% a 20% dessas crianças que estão aqui, que a maioria tem 16 anos, se tornem doadores de sangue para o futuro, a gente fez um excelente trabalho”, explica a médica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o professor Everaldo, o projeto nasceu da vontade de aproximar os estudantes de questões que impactam diretamente a sociedade. &#8220;É importante renovar e inovar. Foi dessa vontade que surgiu o projeto de doação de sangue. Lancei a ideia para as turmas do 3º ano, conversei com os alunos do 2º ano e, a partir da decisão deles, começamos toda a organização da ação.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O envolvimento dos estudantes demonstrou que o projeto alcançou seu propósito: despertar a consciência sobre a importância da doação de sangue.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das alunas contou que decidiu participar porque descobriu que seu tipo sanguíneo, O negativo, estava em baixa no banco de sangue. &#8221; Vi que esse tipo estava em falta e achei muito importante contribuir e manter essa empatia pelo próximo”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro estudante resumiu a experiência em uma frase simples, mas significativa:</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Essa é uma ação que todo ser humano deveria fazer.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma aluna revelou que já desejava doar sangue desde que completou a idade mínima para fazer a doação e viu no projeto a oportunidade de realizar esse objetivo. &#8220;Quando fiz 16 anos, meu plano era doar um dia depois do meu aniversário. Acabei adiando e coincidiu justamente com esse projeto do nosso professor.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao final da ação, a emoção tomou conta dos participantes. Para muitos, a sensação foi de dever cumprido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Eu amei esse projeto e estou muito feliz com a quantidade de pessoas que vieram doar sangue. Tenho certeza de que muitas vidas serão salvas por causa dessa iniciativa.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A melhor maneira de educar é mostrar pelo exemplo. É isso que o professor Everaldo está fazendo. Sejam doadores de sangue como eles”, enfatizou a doutora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que uma atividade escolar, o projeto reforça um dos pilares do Centro de Estudos Júlio Verne: formar pessoas preparadas para fazer a diferença na sociedade. Ao incentivar valores como solidariedade, empatia e cidadania, a escola demonstra que educar é também despertar nos jovens a consciência de que pequenos gestos podem transformar e salvar vidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Afinal, como destacou o professor Everaldo, &#8220;doe sangue, porque o sangue é vida. E a vida precisa continuar sendo vivida.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para doar sangue, é necessário:&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ter entre 16 e 69 anos (menores de idade com autorização do responsável)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pesar mais de 50kg</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estar em boas condições de saúde</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estar alimentado e apresentar documento com foto</p>



<p class="wp-block-paragraph">Veja mais informações <a href="https://www.salvovidas.com/doacao-de-sangue-no-hospital-estadual-diadema-sp/">aqui</a> sobre como doas sangue em Diadema.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Simulação de Debate Modelo ONU é pauta do Notícias JV</title>
		<link>https://www.julioverne.com.br/simulacao-debate-modelo-onu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[julioverne]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2025 21:32:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Estudos Júlio Verne]]></category>
		<category><![CDATA[Colégio em Diadema]]></category>
		<category><![CDATA[ensino médio]]></category>
		<category><![CDATA[Simulação Debate Modelo ONU]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Alunos do Ensino Médio do Centro de Estudos Júlio Verne transformaram a simulação de debate modelo ONU em um verdadeiro exercício de comunicação. Durante a atividade, realizada na escola, além de representarem países em debates que simularam o Conselho de Segurança, a Organização Mundial do Comércio e o Conselho de Direitos Humanos, os estudantes também...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Alunos do Ensino Médio do <a href="https://www.julioverne.com.br/">Centro de Estudos Júlio Verne</a> transformaram a <strong>simulação de debate modelo ONU </strong>em um verdadeiro exercício de comunicação. Durante a atividade, realizada na escola, além de representarem países em debates que simularam o Conselho de Segurança, a Organização Mundial do Comércio e o Conselho de Direitos Humanos, os estudantes também assumiram o desafio de produzir a primeira edição do <strong>JV Notícias</strong>, jornal criado para cobrir o evento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A publicação foi resultado de um trabalho coletivo que envolveu repórteres, editor, editor-chefe e fotojornalista. As reportagens destacaram temas debatidos nos comitês, como a guerra comercial entre China e Estados Unidos, os conflitos envolvendo Rússia e Ucrânia e as políticas de deportação de imigrantes nos EUA. Os textos trouxeram análises sobre a postura diplomática dos países e refletiram a intensidade dos debates travados entre as delegações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as manchetes publicadas estavam: <em>“</em>Cuba busca reconhecimento mundial e reforça apelo internacional com estratégias políticas”, “Delegação russa utiliza argumentos sem base para debater com Alemanha e Ucrânia, “Alunos do Júlio Verne vivenciam diplomacia em Simulação da ONU<em>”</em>, “Rússia se defende de ataque ucraniano”, <em>“</em>EUA recebem ataque de aliados<em>”</em>, “Cuba rebate diretrizes dos EUA com argumentos sólidos e delegação americana cede”, além de outros temas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As notícias, redigidas com base nos embates simulados, mostraram a habilidade dos alunos em investigar, apurar e apresentar os fatos com clareza e criticidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O professor de História e orientador da atividade (debate), Everaldo Rodrigues, destacou que essa experiência de simulação debate modelo ONU vai além do aprendizado de geopolítica. “Eles exercitam negociação diplomática, empatia, liderança, comunicação e consciência global”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a professora Joyce, que leciona Linguagem, Literatura e Redação e assumiu a ocupação de editora-chefe dessa edição do jornal, inserir uma equipe de jornalismo para essa cobertura fortaleceu o protagonismo dos estudantes e ampliou ainda mais suas competências, proporcionando uma vivência prática sobre diplomacia e comunicação estratégica.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<item>
		<title>Educação básica forte: a resposta ao analfabetismo funcional</title>
		<link>https://www.julioverne.com.br/educacao-basica-forte-a-resposta-ao-analfabetismo-funcional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[julioverne]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 May 2025 15:09:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Estudos Júlio Verne]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Básica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Valorizar a educação básica é essencial. Uma escola que não ensina a ler, a interpretar e a pensar não prepara o aluno para a vida. É nessa fase que o estudante aprende a conviver, a construir sua identidade, a se expressar, a organizar o pensamento e a entender o mundo. Quando esse processo é negligenciado,...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Valorizar a educação básica é essencial. Uma escola que não ensina a ler, a interpretar e a pensar não prepara o aluno para a vida. É nessa fase que o estudante aprende a conviver, a construir sua identidade, a se expressar, a organizar o pensamento e a entender o mundo. Quando esse processo é negligenciado, geral prejuízos futuros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com uma <a href="https://oglobo.globo.com/google/amp/brasil/educacao/noticia/2025/05/06/um-em-cada-oito-brasileiros-com-ensino-superior-completo-e-analfabeto-funcional-aponta-pesquisa.ghtml">matéria</a> divulgada pelo jornal <em>O Globo</em>, um em cada oito brasileiros com ensino superior completo é analfabeto funcional. Ou seja: mesmo com diploma universitário, muitos não conseguem interpretar um texto simples, organizar ideias com clareza ou resolver problemas que exijam raciocínio lógico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O dado é grave, mas não surpreendente. Outra <a href="https://veja.abril.com.br/coluna/maquiavel/analfabetismo-funcional-atinge-29-dos-brasileiros-e-nao-muda-desde-2018/">reportagem</a>, publicada pela Revista <em>Veja</em>, mostra que o analfabetismo funcional atinge 29% da população brasileira e está estagnado desde 2018. O problema começa cedo: alunos que frequentam escolas com ensino básico deficiente chegam ao ensino médio e superior com grandes lacunas na formação. O resultado é um país que diploma, mas não forma, tampouco transforma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A situação se agrava quando analisamos os hábitos de leitura dos brasileiros.&nbsp; Como sabiamente escreveu o jornalista Ruy Castro em<a href="https://www1.folha.uol.com.br/amp/colunas/ruycastro/2025/01/o-pais-dos-nao-leitores.shtml?usqp=mq331AQIUAKwASCAAgM%3D&amp;amp_kit=1"> artigo</a> veiculado na <em>Folha de São Paulo</em>, vivemos em um “país dos não leitores”, onde não se lê um livro até o fim “nem para saber se o assassino era o mordomo”. De acordo com o texto, 73% dos brasileiros não terminaram um livro em 2024, e 54% não leram sequer um único livro (impresso ou digital) neste mesmo ano. Como resultado, uma nova geração cresce afastada da leitura e cada vez mais distante da autonomia intelectual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Esse afastamento se conecta diretamente com o analfabetismo funcional que a pesquisa recente mostra. A falta do hábito da leitura é também uma forma de exclusão intelectual&#8221;, afirma Alexandre Medeiros, diretor acadêmico do Centro de Estudos Júlio Verne.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mas como formar leitores críticos, pensadores autônomos e cidadãos capazes de interpretar e transformar o mundo?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No <strong><a href="https://www.julioverne.com.br/">Centro de Estudos Júlio Verne</a>,</strong> esse desafio é encarado com seriedade desde os primeiros anos. O contato com os livros é estimulado com acervos atualizados, projetos literários e eventos culturais que aproximam os alunos do universo da literatura e do conhecimento. O raciocínio lógico também é trabalhado de forma constante, com atividades de matemática estimulantes, experimentos práticos e jogos estratégicos, como o xadrez, que é parte da grade pedagógica e contribui para o desenvolvimento do foco, da estratégia e da tomada de decisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Esse é o caminho. Essa é a base: sólida, forte e construída com propósito. A escola precisa ser um espaço de formação do sujeito como um todo. Não basta ensinar conteúdo: é preciso formar leitores, pensadores e cidadão. Só assim vamos conseguir mudar a realidade que está posta&#8221;, completa Alexandre.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Valorizar a educação básica é garantir que cada aluno tenha acesso ao conhecimento, à compreensão do mundo e à capacidade de transformar a própria realidade. E essa missão é de todos nós: mantenedores, educadores, famílias &#8211; e dos próprios alunos.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Combate ao Bullying: Um compromisso diário no Centro de Estudos Júlio Verne</title>
		<link>https://www.julioverne.com.br/combate-ao-bullying/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[julioverne]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Apr 2025 17:04:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Estudos Júlio Verne]]></category>
		<category><![CDATA[Colégio em Diadema]]></category>
		<category><![CDATA[Combate ao bullying]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No ambiente escolar, o bullying ainda é uma realidade que afeta milhares de crianças e adolescentes. Apesar dos avanços nas discussões sobre o tema, é preciso reconhecer que ele continua presente – muitas vezes de forma silenciosa – e requer ação contínua, sensível e comprometida. No Centro de Estudos Julio Verne, esse é um compromisso...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">No ambiente escolar, o <strong>bullying </strong>ainda é uma realidade que afeta milhares de crianças e adolescentes. Apesar dos avanços nas discussões sobre o tema, é preciso reconhecer que ele continua presente – muitas vezes de forma silenciosa – e requer ação contínua, sensível e comprometida. No Centro de Estudos <strong><a href="https://www.julioverne.com.br/">Julio Verne</a></strong>, esse é um compromisso assumido diariamente.<br>Sabemos que a escola tem um papel essencial na prevenção e no enfrentamento do bullying. Por isso, mantemos um diálogo constante com nossos alunos, promovendo rodas de conversa, palestras com especialistas, escuta ativa, projetos de empatia e ações práticas que estimulam o respeito às diferenças e o acolhimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br><strong>Projeto Antibullying: ações que fazem a diferença</strong><br>Recentemente, desenvolvemos uma série de abordagens sobre o tema dentro do nosso <strong>Projeto Antibullying</strong>, envolvendo alunos, professores e toda a equipe pedagógica. Foram produzidos em nossa <a href="https://www.instagram.com/centrodeestudosjulioverne?igsh=ejhlMTIzenY4eDA=">rede social</a> vídeos com depoimentos, reflexões e orientações práticas sobre o bullying e o ciberbullying.<br>Nessas produções, falamos sobre a importância de oferecer um ambiente escolar acolhedor e de reforçar nosso compromisso com a construção de uma comunidade fundamentada no respeito e na empatia.<br>Na ocasião, a professora e orientadora educacional Vivian Ventura destacou um ponto fundamental:<br>“Eu acho que começa entre a turma mesmo. A questão do rir, do não contar, tudo isso incentiva que o bullying ocorra. Então, é importante não achar graça, não apoiar, e denunciar para um adulto. O bullying geralmente acontece escondido dos adultos, mas ele precisa de plateia. <strong>O primeiro passo é o acolhimento &#8211; não só da vítima, mas também da pessoa que está fazendo bullying, porque também é alguém que precisa de ajuda</strong>. Com a ajuda de todos: colegas, equipe pedagógica e família, a gente consegue combater isso”.<br>Além disso, o projeto abordou a <a href="https://www12.senado.leg.br/radio/1/noticia/2024/01/15/e-sancionada-lei-que-inclui-bullying-e-cyberbullying-no-codigo-penal#:~:text=A%20Lei%2014.811%2F2024%2C%20sancionada,e%20a%20indu%C3%A7%C3%A3o%20%C3%A0%20automutila%C3%A7%C3%A3o.">Lei 14.811</a>, sancionada em 2024, que reconhece o bullying e o ciberbullying como práticas criminosas. Esse é um passo necessário na conscientização da sociedade e no reforço da responsabilidade coletiva sobre o tema.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br><strong>A arte como espelho da realidade</strong><br>A discussão sobre bullying também tem ganhado força por meio da cultura e do entretenimento. A série &#8220;<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Adolesc%C3%AAncia_(s%C3%A9rie_de_televis%C3%A3o)">Adolescência</a>&#8220;, disponível na Netflix, trouxe visibilidade ao tema ao retratar, com sensibilidade e realismo, os conflitos emocionais vividos pelos jovens e as consequências do bullying no ambiente escolar.<br>Ao usar uma linguagem próxima da juventude, a produção reforça a importância de enxergarmos o outro com empatia &#8211; e ajuda escolas e famílias a ampliarem o olhar sobre essa questão urgente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br><strong>Educação é compromisso coletivo</strong><br>Combater o bullying não é tarefa exclusiva das instituições de ensino. Famílias, sociedade e poder público também precisam estar atentos e engajados. É fundamental que todos assumam a responsabilidade de enfrentar essa questão por meio de políticas públicas eficazes, suporte psicológico, formação de profissionais e ações educativas contínuas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br><strong>No Júlio Verne, ninguém é invisível<br></strong>No Centro de Estudos Júlio Verne, acreditamos que educar vai além do conteúdo: é também formar cidadãos empáticos, conscientes e respeitosos.<br>Por isso, mantemos viva essa pauta em nosso cotidiano escolar — porque aqui, cada aluno importa, e ninguém é invisível.<br>Seguimos firmes no propósito de construir um ambiente seguro, acolhedor e transformador, onde o conhecimento caminha lado a lado com os valores humanos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">(Imagem: Freepik)</p>
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		<item>
		<title>Proibição de celulares nas escolas: uma reflexão sobre Educação e Desenvolvimento</title>
		<link>https://www.julioverne.com.br/proibicao-de-celulares-nas-escolas-uma-reflexao-sobre-educacao-e-desenvolvimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[julioverne]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jan 2025 20:50:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Estudos Júlio Verne]]></category>
		<category><![CDATA[Proibição do celular nas escolas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos últimos meses, muito tem se discutido sobre a utilização de celulares pelos alunos nas escolas. Embora a tecnologia seja uma ferramenta poderosa, seu uso inadequado pode prejudicar o aprendizado, dificultar a interação social e comprometer o desenvolvimento integral dos estudantes. Diversos estudos reforçam os impactos negativos do uso indiscriminado desses aparelhos nas instituições educacionais....</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Nos últimos meses, muito tem se discutido sobre a utilização de celulares pelos alunos nas escolas. Embora a tecnologia seja uma ferramenta poderosa, seu uso inadequado pode prejudicar o aprendizado, dificultar a interação social e comprometer o desenvolvimento integral dos estudantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Diversos estudos reforçam os impactos negativos do uso indiscriminado desses aparelhos nas instituições educacionais. Segundo o <a href="https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000386147_por">Relatório Global de Monitoramento da Educação 2023</a>, divulgado pela UNESCO, o dispositivo móvel pode ser uma fonte de distração, afetando a concentração e a qualidade da aprendizagem. Além disso, o documento destaca que o uso excessivo pode interferir na interação entre estudantes e professores, prejudicando também o desempenho acadêmico.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Esses impactos têm levado países como França, Itália, Finlândia e Estados Unidos a adotarem legislações que restringem o uso de celulares em escolas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br><strong>Medidas nacionais</strong><br>Em dezembro de 2024, foi sancionada uma <a href="https://www.al.sp.gov.br/noticia/?06/12/2024/uso-de-celulares-nas-escolas-publicas-e-privadas-e-proibido-em-sao-paulo--veja-regras">Lei</a> no estado de São Paulo que proíbe o uso de celulares em salas de aula, bem como durante os intervalos e recreios. A iniciativa visa reforçar a concentração e o foco no aprendizado e deve ser colocada em prática neste ano em todas as escolas, sejam elas públicas ou privadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>A legislação prevê exceções para atividades pedagógicas autorizadas pelas escolas, permitindo que a tecnologia seja utilizada de forma planejada e consciente. Essa preocupação agora se estende a todo o território nacional, isso porque, em janeiro deste ano, também foi aprovada outra <a href="https://www.gov.br/planalto/pt-br/acompanhe-o-planalto/noticias/2025/01/lula-sanciona-lei-que-limita-o-uso-de-celulares-nas-escolas-201cato-de-coragem-de-cidadania-e-de-respeito-ao-futuro-deste-pais201d">Lei</a>, essa de âmbito federal, com o mesmo teor de proibição, sendo aplicada em todas as escolas do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Adequação do Centro de Estudos Júlio Verne</strong><br>Diante dessas mudanças, o <strong><a href="https://www.julioverne.com.br/">Centro de Estudos Júlio Verne </a></strong>está comprometido em adaptar suas práticas para estar em conformidade com as novas normas. Nossa prioridade é equilibrar o uso responsável da tecnologia com a promoção de um ambiente escolar saudável e produtivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Reconhecemos a importância da comunicação entre alunos e suas famílias, e, por isso, implementaremos alternativas que garantam que pais e responsáveis possam entrar em contato com a escola ou com seus filhos sempre que necessário, mantendo o equilíbrio entre as exigências da lei e a preservação do aprendizado e da convivência no ambiente escolar.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>&#8220;Adaptação, conscientização e respeito são essenciais no ambiente escolar. Essas mudanças necessárias, com o tempo, trarão os bons resultados que todos desejamos: pais, professores e alunos” – Alexandre Medeiros, diretor acadêmico do Centro de Estudos Júlio Verne.</p>



<p class="wp-block-paragraph">(Imagem: Freepik)</p>
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		<title>Linguagem e Educação Midiática – Tema da Unesco colocado em prática no JV</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Nov 2024 19:44:49 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Centro de Estudos Júlio Verne]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Midiática]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vivemos numa era de informações em tempo real, em que redes sociais, notícias online e plataformas digitais moldam nossa percepção do mundo. Nesse contexto, a Linguagem e a Educação Midiática — tema oficial da Unesco para este ano em parceria com o Centro de Estudos Júlio Verne — torna-se indispensável na formação de alunos preparados...</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Vivemos numa era de informações em tempo real, em que redes sociais, notícias online e plataformas digitais moldam nossa percepção do mundo. Nesse contexto, a <strong>Linguagem e a Educação Midiática </strong>— tema oficial da Unesco para este ano em parceria com o <a href="https://www.julioverne.com.br/">Centro de Estudos Júlio Verne</a> — torna-se indispensável na formação de alunos preparados para consumir, analisar e produzir conteúdos de forma responsável. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse ensino promove o <strong>pensamento crítico e ético</strong>, essenciais para uma navegação consciente pelo universo digital, ajudando-os a identificar notícias falsas (&#8220;fake news&#8221;) e a combater a desinformação que se propaga rapidamente em todos os canais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Interpretar mensagens de diversas fontes, avaliar a credibilidade e compreender como as redes influenciam opiniões são habilidades necessárias que impactam tanto a vida acadêmica quanto o desenvolvimento pessoal dos estudantes. Ao ser aplicada nas escolas, essa abordagem amplia a alfabetização tradicional, acrescentando uma “<strong>alfabetização digital</strong>” que permite aos alunos identificar informações verídicas, reconhecer conteúdos manipulados e evitar as armadilhas do mundo virtual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de fomentar o pensamento crítico, a educação midiática empodera os estudantes a navegar com segurança no ambiente online. A criação de espaços seguros de diálogo nas escolas torna possível discutir as complexidades da internet, desde questões de privacidade até o respeito nas interações virtuais, como no caso do <a href="https://www.instagram.com/reel/DBR0MiDp1ZC/?igsh=MWMzazlyZXpsajYxZw==">cyberbullying</a>. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse sentido, a escola torna-se um ambiente onde os alunos aprendem a reconhecer tanto os riscos quanto as oportunidades digitais, permitindo que se posicionem de maneira consciente nas redes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A educação midiática também contribui significativamente para o bem-estar emocional, ajudando os jovens a desenvolver uma relação mais equilibrada com o digital. Ao trazer para a sala de aula discussões essenciais sobre as diferenças entre o “mundo filtrado” das redes e a vida real, valoriza-se a autenticidade, o que pode reduzir sentimentos de inadequação e ansiedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Promover a criatividade e abrir espaço para uma diversidade de ideias e diálogos também fazem parte dessa linguagem nas escolas. Nesse cenário, os estudantes são incentivados a explorar as plataformas digitais com autonomia, compartilhando conteúdos e expressando opiniões construtivas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um exemplo prático desse aprendizado é a peça teatral “<strong>Social Town</strong>,” criada pelos alunos do Fundamental II. O roteiro aborda o impacto do mundo digital e as consequências da busca incessante por validação, levando o público a refletir sobre a linha tênue entre o real e o virtual. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa iniciativa mostra como o <strong>Centro de Estudos Júlio Verne </strong>vai além da teoria, proporcionando experiências de preparo para um futuro digital mais consciente e equilibrado. Reforça-se, assim, o compromisso com uma formação humanista, alinhada ao objetivo da Unesco e comprometida com uma educação inovadora e socialmente responsável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">(Na imagem, alunos JV em aulas sobre a temática digital)</p>
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		<title>Alunos do Ensino Médio JV publicam artigos de Iniciação Científica em Revista Acadêmica da USP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[julioverne]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Oct 2024 15:25:54 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Centro de Estudos Júlio Verne]]></category>
		<category><![CDATA[Colégio em Diadema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já ouviu a expressão “frango”, usada para descrever a falha clamorosa de um goleiro ao deixar passar um gol inexplicável? Pois bem, a origem dessa metáfora, tão comum entre os torcedores, permanece envolta em mistério. Quem a inventou? Quando exatamente começou a ser usada?&#160; Essas são questões levantadas por Heitor Santana e Victor Semmler, alunos...</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Já ouviu a expressão “frango”, usada para descrever a falha clamorosa de um goleiro ao deixar passar um gol inexplicável? Pois bem, a origem dessa metáfora, tão comum entre os torcedores, permanece envolta em mistério. Quem a inventou? Quando exatamente começou a ser usada?&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas são questões levantadas por Heitor Santana e Victor Semmler, alunos do Ensino Médio, do Centro de Estudos Júlio Verne, em artigo publicado na “Convenit Internacional – Coetpa USP 2025”. Trata-se de uma revista anual, de grande prestígio no meio acadêmico, feita em parceria com a Universidade de São Paulo &#8211; USP e a Universidade Autônoma de Barcelona &#8211; UAB que, além de fomentar a iniciação científica, estimula o desenvolvimento intelectual entre jovens pesquisadores. Combinando ensaios e textos clássicos de especialistas renomados a artigos de estudantes, a publicação se tornou uma importante plataforma para a troca de ideias e conhecimento. </p>



<p class="wp-block-paragraph">No texto, a dupla reflete sobre a paternidade (quase sempre anônima) das expressões populares que usamos no dia a dia: &#8220;Foram cunhadas por brilhantes anônimos e nem podemos agradecer a eles, gênios de primeira grandeza, que as conceberam e generosamente as entregaram gratuitamente ao uso comum&#8221;. Eles também mencionam que essas falas, apesar de simples, carregam histórias e significados complexos, muitas vezes esquecidos ou ignorados, como no caso do &#8220;frango&#8221;, que, aliás, resultou em outro termo, o “frangueiro”, referindo-se ao sujeito que deixou a bola passar, muitas vezes por entre as pernas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outros alunos do Colégio também tiveram seus trabalhos publicados nessa importante mídia acadêmica. Entre eles está Vitória Ribeiro Sousa, que pesquisou a trajetória do célebre escritor Jules Verne, conhecido no Brasil como Júlio Verne. Em seu artigo, intitulado &#8220;1873, o ano em que Júlio Verne Conquista o Brasil – 150 anos de seus livros no Brasil&#8221;, a aluna explora as primeiras aparições do autor na imprensa nacional e destaca o impacto cultural de suas obras no país. Ela detalha o fenômeno editorial que popularizou livros como “Viagem ao Centro da Terra” e “A Volta ao Mundo em 80 Dias” entre os leitores brasileiros, além de observar como a ficção científica do estudioso abriu portas para um novo gênero literário no Brasil, influenciando gerações de escritores e leitores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O educador João Carlos da Silva Borges também foi pauta nesta edição. A aluna Bárbara Luisa dos Reis Melo investigou a trajetória desse importante, porém pouco lembrado, patrono de uma escola paulistana. Motivada pela curiosidade despertada ao notar que a instituição e uma rua levam seu nome, revelou em seu artigo como muitas pessoas acabam esquecidas, mesmo tendo desempenhado papéis fundamentais na formação de milhares de jovens. A pesquisa envolveu uma análise criteriosa de documentos na Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional e contribui para resgatar a memória desse importante personagem, destacando sua relevância educacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Finalizando a lista de contribuições do Colégio Júlio Verne à revista, Matheus Papiani apresenta o artigo “Feira de Cal em Burgos – Raul Pederneiras e a época de ouro do trocadilho no Rio de Janeiro”. O estudo explora o universo dos trocadilhos e sua importância cultural no início do século XX, destacando figuras icônicas como Raul Pederneiras, famoso por suas criações linguísticas inteligentes e irônicas. O texto celebra o jogo de palavras como forma sofisticada de humor, que, ainda hoje, desperta o riso em diversas plataformas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vale destacar que o Centro de Estudos Júlio Verne publica artigos na Coetpa desde a primeira edição da revista, em 2019. Para a edição recente, os alunos foram orientados pelo professor doutor Alexandre Medeiros, com coorientação dos professores Everaldo Rodrigues Morais e Giuliana Cinezi. Os trabalhos foram submetidos ao Conselho Editorial, composto por profissionais de diversas instituições em colaboração entre a Universidade de São Paulo e a Universidade de Barcelona. Embora seja uma seleção rigorosa, o Colégio tem um histórico notável de aprovações, o que ressalta a qualidade do ensino oferecido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Essas publicações reforçam a certeza de que nossos alunos estão prontos para ir além dos limites da sala de aula e contribuir ativamente para o meio acadêmico. Estamos muito orgulhosos de ver essa nova geração de pensadores trilhando o caminho da pesquisa científica”, destaca Medeiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Convenit Internacional – Coetpa USP 2025 será lançada dia 22 de novembro, no Colégio Luterano São Paulo. As edições estarão disponíveis no site da Editora Mandruvá, ligada ao Centro de Estudos Medievais Oriente &amp; Ocidente (Cemoroc) da Faculdade de Educação da USP.</p>
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