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	<title>Arquivo de Sem categoria - Julio Verne</title>
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	<description>Centro de Estudos</description>
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	<title>Arquivo de Sem categoria - Julio Verne</title>
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		<title>Do “não ser racista” ao compromisso diário: a política antirracista do Júlio Verne Centro de Estudos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[julioverne]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Nov 2025 16:17:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Não basta dizer ‘eu não sou racista’. A questão é: o que você está fazendo ativamente para combater o racismo?”. Essa reflexão inserida no livro “Pequeno manual antirracista”, da filósofa e ativista Djamila Ribeiro, ecoa como um chamado à responsabilidade. Em uma sociedade marcada pelo racismo estrutural, não há neutralidade possível: ou se combate o...</p>
<p>O post <a href="https://www.julioverne.com.br/politica-antirracista-centro-de-estudos-julio-verne/">Do “não ser racista” ao compromisso diário: a política antirracista do Júlio Verne Centro de Estudos</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.julioverne.com.br">Julio Verne</a>.</p>
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<p>“Não basta dizer ‘eu não sou racista’. A questão é: o que você está fazendo ativamente para combater o racismo?”. Essa reflexão inserida no livro “<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pequeno_Manual_Antirracista">Pequeno manual antirracista</a><em>”</em>, da filósofa e ativista Djamila Ribeiro, ecoa como um chamado à responsabilidade. Em uma sociedade marcada pelo racismo estrutural, não há neutralidade possível: ou se combate o racismo, ou se colabora com ele pela omissão.</p>



<p>Nas escolas, esse chamado é ainda mais urgente. Se a educação tem o poder de formar olhares, sensibilidades e projetos de vida, então também tem o dever de enfrentar as desigualdades que atravessam a nossa história e o nosso cotidiano. No <a href="https://www.julioverne.com.br/">Júlio Verne Centro de Estudos</a>, essa consciência se desdobra em algo muito concreto: uma política antirracista viva, cotidiana, que ultrapassa discursos pontuais e datas comemorativas. (inserir o link aqui)</p>



<p><strong>Antirracismo não é evento: é prática diária</strong></p>



<p>Ser antirracista não se resume a realizar ações isoladas em novembro, no Dia da Consciência Negra, ou em datas internacionais ligadas à cultura africana. Ser antirracista, para o Júlio Verne, é assumir um compromisso pedagógico, ético e institucional que atravessa o ano inteiro, todas as turmas, todas as áreas do conhecimento e todas as relações construídas dentro e fora da escola.</p>



<p>Isso se manifesta em decisões que vão desde o currículo até a forma como a comunidade é acolhida, passando por algo fundamental: quem está nos espaços de poder, de referência e de afeto. Não há política antirracista coerente sem a presença, a valorização e o reconhecimento de pessoas negras em todos esses lugares.</p>



<p>Por isso, o Júlio Verne entende que não basta falar sobre diversidade; é preciso garantir representatividade preta entre educadores, colaboradores e lideranças escolares, reconhecendo esses profissionais em sua competência, trajetória e humanidade, afinal, combater o racismo também é romper com estruturas que historicamente afastaram pessoas negras dos espaços de decisão.</p>



<p><strong>Cultura afro-brasileira no centro do palco&nbsp;</strong></p>



<p>Uma das marcas dessa política é a forma como a escola escolhe enxergar e trabalhar a cultura afro-brasileira: não como um adendo folclórico, mas como fundamento da nossa formação social, estética e histórica.</p>



<p>A cultura afro aparece ali onde muitas vezes foi invisibilizada: no cotidiano. Está nas atividades extracurriculares, nas apresentações, nos projetos e nas expressões artísticas que os alunos protagonizam, especialmente em linguagens que nascem da resistência e da criatividade negra, como o <em>breaking</em> e o <em>hip-hop</em>. Essas expressões não são meros “temas especiais”, mas parte estruturante da identidade do colégio, presente nas principais apresentações e vivências culturais.</p>



<p>Da mesma forma, a <a href="https://www.instagram.com/reel/C8NRpagpRR7/?igsh=M2dndXFndGx6YjRh">capoeira</a> ocupa um lugar de destaque: não apenas como prática corporal, mas como herança histórica, filosofia de resistência e celebração da ancestralidade. Ao valorizar essas linguagens, a instituição e reafirma constantemente a importância de reconhecer, honrar e aprender com as raízes africanas que constroem o Brasil.</p>



<p>A exemplo disso, o colégio abriu recentemente as portas para o <a href="https://www.instagram.com/reel/DQ7ZP0XgXQi/?igsh=MTV0OGZrd28wZjYxbQ==">Circuito Quebrada Viva nas Escolas</a>, uma iniciativa organizada por coletivos de cultura urbana que dá protagonismo à cultura hip-hop.</p>



<p><strong>&nbsp;Beco da Cultura: quando o corredor da escola se torna aula de história e reparação</strong></p>



<p>Ao caminhar pelo colégio, a política antirracista também ganha forma nas paredes. O <a href="https://www.julioverne.com.br/beco-da-cultura/">Beco da Cultura</a> é um mural que homenageia figuras negras fundamentais na luta por justiça e igualdade racial, com suas faces registradas em Graffiti.</p>



<p>Neste espaço, estudantes se deparam com a figura de Nelson Mandela e Martin Luther King Jr., símbolos internacionais de coragem, resistência e uma luta pela paz e pelo respeito que ainda precisa ser reafirmada diariamente. A imagem de Rosa Parks, mulher negra que se recusou a ceder o lugar em um ônibus segregado e desencadeou um movimento histórico pelos direitos civis, também está presente como símbolo de insubmissão diante das injustiças raciais.</p>



<p>Essas figuras aparecem como personagens que dialogam com a vida dos estudantes, convidando-os a pensar: “Que tipo de sociedade eu ajudo a construir com as minhas escolhas?”</p>



<p><strong>Debate que envolve a escola inteira</strong></p>



<p>Uma escola só pode se declarar antirracista se está disposta a ouvir, aprender, rever práticas e se abrir ao diálogo constante. Por isso, o Júlio Verne promove debates, rodas de conversa e palestras que não se limitam aos alunos: incluem também famílias, educadores, equipe técnica e toda a comunidade escolar.</p>



<p>O <a href="https://www.instagram.com/reel/C8sM6yEJZYz/?igsh=MWxjanB6MmUzcWlyaw=="><strong>Sankofa</strong></a><strong> – Educação Antirracista</strong>, evento que se inspira em uma filosofia africana voltada à reparação histórica valorizando o aprendizado com a trajetória do povo negro para transformar o presente é um bom exemplo dessa constância. Na ocasião, além da promoção de discussões acerta do racismo, a escola contou com uma rica exposição afro da artista plástica <a href="https://www.instagram.com/ordalina_candido?igsh=bWs2NDB0dWw1MDJx">Ordalina Cândido</a>.</p>



<p>Esses encontros têm uma proposta clara: tirar o racismo da invisibilidade, discutir privilégios, desmontar mitos e construir, coletivamente, outras formas de convivência. É uma pauta que interpela a todos, especialmente as pessoas brancas, historicamente beneficiadas por estruturas racistas. Aliás, como bem define o livro de Djamila “o racismo foi inventado pela branquitude, que deve responder por ele”.</p>



<p>Assim, a escola se coloca como espaço de formação cidadã, onde o incômodo diante das desigualdades não é silenciado, e sim transformado em ação, responsabilidade e compromisso.</p>



<p><strong>Datas que reafirmam o que é vivido o ano todo</strong></p>



<p>Se no Júlio Verne o antirracismo é cotidiano, as datas especiais deixam de ser “ponto de partida” e se tornam <strong>pontos de reafirmação</strong> do que já é trabalhado ao longo de todo o ano letivo.</p>



<p>No <a href="https://www.instagram.com/p/DFNaAr1vxhV/?igsh=NG43cTM3MWFlNG50">Dia Mundial da Cultura Africana e Afrodescendente</a>, por exemplo, a escola reforça a presença da cultura africana e afro-brasileira em sua proposta pedagógica, valorizando a potência dessa herança em nossas linguagens, saberes e modos de existir.</p>



<p>Outra data que não passa em vão é o <strong>Dia de Nelson Mandela</strong>, ocasião propícia para relembrar sua trajetória e a <a href="https://www.instagram.com/reel/C9kk4j1AhvW/?igsh=MWJmMmV1amJtOHds">filosofia Ubuntu</a> de compaixão, caridade e respeito ao próximo que ele defendia.</p>



<p>Já o <strong>Dia da Consciência Negra</strong> é entendido não como uma celebração isolada, mas como um marco para aprofundar reflexões sobre como cada um de nós, estudantes, famílias, educadores, pode contribuir para uma sociedade mais justa e igualitária. A data funciona como um espelho: que práticas estamos transformando? Que preconceitos estamos enfrentando? Que caminhos ainda precisamos construir juntos?</p>



<p>Um dos exemplos mais significativos dessa postura foi o evento <a href="https://www.instagram.com/reel/DDIXERuSjI2/?igsh=MWU1M2F3cnFidWxiYw==">Pérola Negra</a>, realizado em 2024, verdadeira celebração da riqueza e diversidade da cultura afro-brasileira. A programação contou com apresentação de banda, capoeira, literatura, música, pintura e teatro em atividades protagonizadas pelos alunos. Foi um manifesto vivo, centralizando a herança afro pulsante e reconhecida como parte essencial.</p>



<p>O evento também trouxe reflexões pertinentes com a participação do psicólogo Claudio Donizeti dos Santos e da psicopedagoga Vivian Ventura, que abordaram com sensibilidade e rigor temas relacionados à Consciência Negra, ao racismo estrutural e à importância de práticas antirracistas desde a infância.</p>



<p><strong>Representatividade preta como princípio, não como exceção</strong></p>



<p>Falar de antirracismo na escola implica olhar com seriedade para a pergunta: quem ocupa os espaços de fala, decisão, orientação e cuidado? No Júlio Verne, a política antirracista também se concretiza na diversidade nas contratações e no reconhecimento de profissionais negros em posições de referência.</p>



<p>Mais do que preencher um requisito, trata-se de afirmar que pessoas pretas devem ser vistas, ouvidas e valorizadas em toda a sua potência intelectual, pedagógica e humana. Estudantes precisam olhar para a sala dos professores, para a coordenação, para os murais e para as lideranças e perceber que a escola não reproduz o apagamento histórico, e sim, caminha na direção oposta: devolver às pessoas negras o lugar de protagonismo que lhes foi negado.</p>



<p><strong>Um projeto antirracista, um ensino humanista</strong></p>



<p>“Ao combater o racismo, combatemos também a ideia de que algumas vidas valem mais do que outras. Ao assumir uma política antirracista, nosso colégio reafirma o próprio sentido do que entende por educação: um projeto que forma sujeitos íntegros, críticos, éticos e sensíveis às dores e às lutas do outro. E é nesse horizonte que a política antirracista se encontra com o ensino humanista e humanitário que orienta a escola.” – Alexandre Medeiros, diretor geral do Centro de Estudos Júlio Verne.</p>



<p>Enfim, ser antirracista não é um discurso, é uma prática. E, como nos lembra o pequeno manual citado no início deste texto e que tem inspirado tantas mudanças no país, essa prática é urgente e cotidiana. Uma aula, um projeto, um mural, uma contratação, um evento, tudo é uma oportunidade de reafirmar que uma escola verdadeiramente comprometida com o futuro é, necessariamente, uma escola antirracista.</p>



<p><strong>POLÍTICA ANTIRRACISTA DO JÚLIO VERNE CENTRO DE ESTUDOS</strong></p>



<p><strong>1. Princípios norteadores</strong></p>



<p>O <strong>Júlio Verne Centro de Estudos</strong> assume publicamente seu compromisso com uma <strong>política antirracista</strong> que atravessa todas as dimensões da vida escolar. Essa política se fundamenta nos seguintes princípios:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Reconhecimento do racismo estrutural</strong> na sociedade brasileira e de seus impactos na educação, nas oportunidades e nas relações sociais.</li>



<li><strong>Responsabilidade compartilhada</strong>, com ênfase no papel da branquitude em reconhecer seus privilégios e atuar ativamente na transformação das estruturas racistas.</li>



<li><strong>Valorização da identidade negra</strong>, de sua história, saberes, estéticas, produções intelectuais, culturais e políticas.</li>



<li><strong>Educação para os direitos humanos</strong>, com foco na igualdade racial, na justiça social e na dignidade de todas as pessoas.</li>



<li><strong>Representatividade e inclusão</strong>, garantindo presença efetiva e valorizada de pessoas negras nos diferentes espaços da escola, sobretudo em posições de liderança, referência e tomada de decisão.</li>
</ol>



<p><strong>2. Objetivos da política antirracista</strong></p>



<p>A política antirracista do Júlio Verne tem como objetivos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Combater práticas, discursos e estruturas racistas dentro do ambiente escolar, sejam elas explícitas ou sutis.</li>



<li>Assegurar um ambiente seguro, acolhedor e respeitoso para estudantes, famílias e profissionais negros.</li>



<li>Promover uma formação crítica que permita aos estudantes compreender e enfrentar o racismo em suas múltiplas formas.</li>



<li>Integrar a perspectiva antirracista ao currículo, aos projetos pedagógicos, à gestão e às relações institucionais.</li>



<li>Fortalecer o diálogo contínuo com famílias e comunidade na construção de uma cultura escolar antirracista.</li>
</ul>



<p><strong>3. Representatividade e diversidade nas equipes</strong></p>



<p>Reconhecendo que não existe coerência em uma política antirracista sem presença efetiva de pessoas negras em espaços de poder e referência, o colégio assume os seguintes compromissos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Buscar ativamente diversidade racial nas contratações, considerando pessoas negras em todos os setores</li>



<li>Promover condições para que profissionais negros tenham trajetórias de desenvolvimento e reconhecimento, com acesso a formações e oportunidades de liderança </li>



<li>Garantir que a representatividade preta se reflita no cotidiano da escola, de modo que estudantes se reconheçam e se vejam representados nas figuras de autoridade, cuidado e referência acadêmica.</li>
</ul>



<p><strong>4. Currículo e práticas pedagógicas</strong></p>



<p>A perspectiva antirracista é incorporada ao currículo e às práticas pedagógicas por meio de:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Inclusão sistemática da história e cultura africana, afro-brasileira e indígena nos componentes curriculares</li>



<li>Valorização de autores, pensadores, cientistas, artistas e lideranças negras nas diferentes áreas do conhecimento.</li>



<li>Desenvolvimento de projetos permanentes que abordem identidade, pertencimento, discriminação racial, privilégios e resistência.</li>



<li>Utilização de metodologias que favoreçam o diálogo, a escuta ativa e o enfrentamento de preconceitos, promovendo o pensamento crítico e empático.</li>
</ul>



<p><strong>5. Cultura escolar, artes e espaços simbólicos</strong></p>



<p>A política antirracista se expressa também nos espaços físicos e simbólicos do colégio:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Manutenção de espaço dedicado à memória e homenagem de personalidades negras que lutaram pela igualdade racial</li>



<li>Incorporação de linguagens artísticas originadas e protagonizadas por pessoas negras em atividades extracurriculares, apresentações e eventos institucionais.</li>



<li>Promoção de projetos e evento que utilizem a arte como ferramenta de reflexão sobre a história da população negra, o racismo, a resistência e as lutas por direitos.</li>



<li>Celebração de datas como o Dia Mundial da Cultura Africana e Afrodescendente e o Dia da Consciência Negra como momentos de aprofundamento, visibilidade e fortalecimento de processos que já são vividos no dia a dia escolar.</li>
</ul>



<p><strong>8. Prevenção, escuta e enfrentamento de situações de racismo</strong></p>



<p>O colégio estabelece procedimentos claros para prevenir e enfrentar situações de racismo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Reafirmação informativa de que atitudes racistas não são toleradas no ambiente escolar.</li>



<li>Escuta ativa para que estudantes, famílias e profissionais possam relatar situações de discriminação racial.</li>



<li>Análise cuidadosa de cada caso, registro das ocorrências e encaminhamentos pedagógicos e institucionais adequados.</li>
</ul>



<p><strong>9. Monitoramento, avaliação e compromisso contínuo</strong></p>



<p>Por entender que uma política antirracista é processo e não ponto de chegada, o Júlio Verne Centro de Estudos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Avalia periodicamente suas ações antirracistas, projetos e formações, promovendo ajustes sempre que necessário.</li>



<li>Mantém espaços de escuta e participação da comunidade escolar para aprimorar práticas e políticas voltadas à igualdade racial.</li>



<li>Assume o compromisso de reafirmar sua posição como escola que não se contenta em “não ser racista”, mas que se dispõe a agir, de forma concreta e contínua, para construir um ambiente verdadeiramente antirracista, humanista e humanitário.</li>
</ul>
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			</item>
		<item>
		<title>Júlio Verne marca presença no BE Connected</title>
		<link>https://www.julioverne.com.br/julio-verne-marca-presenca-no-be-connected/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[julioverne]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Sep 2025 21:57:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[BE Connected]]></category>
		<category><![CDATA[Júlio Verne Centro de Estudos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Júlio Verne Centro de Estudos participou do BE Connected, evento promovido pela BE Education / BE Currículo Bilíngue realizado na Fundação Dom Cabral, em Minas Gerais, entre os dias 25 e 27 de setembro.  Em sua edição comemorativa de 25 anos, o encontro reuniu educadores e gestores de todo o país para debater a...</p>
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<p>O Júlio Verne Centro de Estudos participou do BE Connected, evento promovido pela BE Education / BE Currículo Bilíngue realizado na Fundação Dom Cabral, em Minas Gerais, entre os dias 25 e 27 de setembro. </p>



<p>Em sua edição comemorativa de 25 anos, o encontro reuniu educadores e gestores de todo o país para debater a educação do futuro com base em gestão, liderança e inovação.</p>



<p>Foi uma programação intensa, com palestras, painéis e workshops que abordaram temas como liderança escolar, planejamento estratégico, currículo bilíngue e transformação digital. Mais do que apresentar tendências, este encontro provocou reflexões sobre como as escolas podem se preparar para os novos desafios educacionais sem perder de vista o compromisso humano e social.</p>



<p>Representado pelo diretor de Planejamento Estratégico, Salvatore Saggio, o Centro de Estudo Júlio Verne reforçou a postura do colégio de estar sempre atento às inovações do setor educacional. Essa participação evidenciou a importância do planejamento para transformar ideias em práticas concretas dentro do ambiente escolar, da formação docente ao fortalecimento do protagonismo estudantil.</p>



<p>O impacto para a comunidade escolar</p>



<p>Ao integrar-se a uma rede de instituições que compartilham valores de inovação e excelência, a instituição reafirma que o aprendizado não se limita às salas de aula. As experiências vividas no BE Connected já se refletem em projetos que visam enriquecer o currículo, fortalecer o ensino bilíngue e aprimorar a formação contínua dos professores.</p>



<p>“Essa participação foi mais do que um momento de troca: foi uma confirmação de que o Júlio Verne é uma escola que pensa o futuro da educação agora, com ousadia, método e propósito e que estamos sempre conectados às melhores práticas para oferecer aos nossos alunos uma formação integral, que une conhecimento, valores e visão de mundo” – Salvatore.</p>
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		<item>
		<title>A Grande Língua de Barnabé &#8211; Ensino Fundamental I Tarde</title>
		<link>https://www.julioverne.com.br/a-grande-lingua-de-barnabe-ensino-fundamental-i-tarde/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[julioverne]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Nov 2024 16:10:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um resumo do segundo dia da apresentação da peça “A Grande Língua de Barnabé”, estrelada pelos alunos da turma do Ensino Fundamental I Tarde. O evento, parte do projeto da Unesco no Centro de Estudos Júlio Verne, aconteceu no Teatro Clara Nunes e encantou o público presente. Agradecemos a todos que contribuíram para essa experiência...</p>
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<p>Um resumo do segundo dia da apresentação da peça “A Grande Língua de Barnabé”, estrelada pelos alunos da turma do Ensino Fundamental I Tarde. O evento, parte do projeto da Unesco no Centro de Estudos Júlio Verne, aconteceu no Teatro Clara Nunes e encantou o público presente. Agradecemos a todos que contribuíram para essa experiência memorável.</p>
<p>O post <a href="https://www.julioverne.com.br/a-grande-lingua-de-barnabe-ensino-fundamental-i-tarde/">A Grande Língua de Barnabé &#8211; Ensino Fundamental I Tarde</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.julioverne.com.br">Julio Verne</a>.</p>
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		<title>Metodologia de ensino humanista e humanitária</title>
		<link>https://www.julioverne.com.br/metodologia-de-ensino-humanista-e-humanitaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[julioverne]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jun 2023 17:35:00 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<a class="wp-block-read-more" href="https://www.julioverne.com.br/metodologia-de-ensino-humanista-e-humanitaria/" target="_self">https://www.julioverne.com.br/metodo-de-ensino/<span class="screen-reader-text">: Metodologia de ensino humanista e humanitária</span></a>


<figure class="wp-block-video"><video height="1080" style="aspect-ratio: 1080 / 1080;" width="1080" controls src="https://www.julioverne.com.br/wp-content/uploads/2023/10/video-metodologia-julio-verne.mp4"></video></figure>
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		<title>UNESCO</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jun 2023 17:30:00 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<a class="wp-block-read-more" href="https://www.julioverne.com.br/unesco/" target="_self">https://www.julioverne.com.br/certificacao/<span class="screen-reader-text">: UNESCO</span></a>


<figure class="wp-block-video"><video height="848" style="aspect-ratio: 480 / 848;" width="480" controls src="https://www.julioverne.com.br/wp-content/uploads/2023/06/WhatsApp-Video-2023-06-14-at-12.37.34.mp4"></video></figure>
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		<title>TED Ed. Clubs</title>
		<link>https://www.julioverne.com.br/ted-ed-clubs/</link>
		
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		<pubDate>Wed, 14 Jun 2023 17:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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<figure class="wp-block-video"><video height="848" style="aspect-ratio: 480 / 848;" width="480" controls src="https://www.julioverne.com.br/wp-content/uploads/2023/06/WhatsApp-Video-2023-06-14-at-12.42.15.mp4"></video></figure>
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		<title>Certificado ABNT &#8211; ISO 9001</title>
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		<dc:creator><![CDATA[julioverne]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jun 2023 16:35:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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<figure class="wp-block-video"><video height="848" style="aspect-ratio: 480 / 848;" width="480" controls src="https://www.julioverne.com.br/wp-content/uploads/2023/06/WhatsApp-Video-2023-06-14-at-12.46.05.mp4"></video></figure>
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		<title>Seminário de Formação de Professores 2023</title>
		<link>https://www.julioverne.com.br/seminario-de-formacao-de-professores-2023/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[julioverne]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jan 2023 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Evento organizado pelo Centro de Estudos e Pesquisa da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo &#8211; CEMOROC/FEUSP &#38; Centro de Estudos Júlio Verne. Palestrante: Prof(a). Dr(a) Silvia Colello. Professora da Universidade de São Paulo &#8211; FEUSP; Livre Docente em Educação pela Universidade de São Paulo &#8211; FEUSP; Vice-presidente do Centro de Estudos e...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Evento organizado pelo Centro de Estudos e Pesquisa da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo &#8211; CEMOROC/FEUSP &amp; Centro de Estudos Júlio Verne. Palestrante: Prof(a). Dr(a) Silvia Colello. Professora da Universidade de São Paulo &#8211; FEUSP; Livre Docente em Educação pela Universidade de São Paulo &#8211; FEUSP; Vice-presidente do Centro de Estudos e Pesquisa da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo &#8211; CEMOROC/FEUSP; Tema: Relações ensino-aprendizagem na constituição do papel do professor. Júlio Verne: Há 50 anos “Um Novo Conceito em Educação”</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
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<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="838" data-id="4014" src="https://www.julioverne.com.br/wp-content/uploads/2023/01/WhatsApp-Image-2023-01-25-at-15.10.17-1-1024x838.jpeg" alt="" class="wp-image-4014" srcset="https://www.julioverne.com.br/wp-content/uploads/2023/01/WhatsApp-Image-2023-01-25-at-15.10.17-1-1024x838.jpeg 1024w, https://www.julioverne.com.br/wp-content/uploads/2023/01/WhatsApp-Image-2023-01-25-at-15.10.17-1-300x245.jpeg 300w, https://www.julioverne.com.br/wp-content/uploads/2023/01/WhatsApp-Image-2023-01-25-at-15.10.17-1-768x628.jpeg 768w, https://www.julioverne.com.br/wp-content/uploads/2023/01/WhatsApp-Image-2023-01-25-at-15.10.17-1.jpeg 1440w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="837" data-id="4012" src="https://www.julioverne.com.br/wp-content/uploads/2023/01/WhatsApp-Image-2023-01-25-at-15.10.17-1024x837.jpeg" alt="" class="wp-image-4012" srcset="https://www.julioverne.com.br/wp-content/uploads/2023/01/WhatsApp-Image-2023-01-25-at-15.10.17-1024x837.jpeg 1024w, https://www.julioverne.com.br/wp-content/uploads/2023/01/WhatsApp-Image-2023-01-25-at-15.10.17-300x245.jpeg 300w, https://www.julioverne.com.br/wp-content/uploads/2023/01/WhatsApp-Image-2023-01-25-at-15.10.17-768x628.jpeg 768w, https://www.julioverne.com.br/wp-content/uploads/2023/01/WhatsApp-Image-2023-01-25-at-15.10.17.jpeg 1440w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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		<item>
		<title>Revistas Coepta: artigos de jovens autores – 2023</title>
		<link>https://www.julioverne.com.br/revistas-coepta-artigos-de-jovens-autores-2023/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[julioverne]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Dec 2022 19:15:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Extraído do portal da SME-PMSP. Da esquerda para a direita: Dra. Chie Hirose (orientadora),Larissa A. C. Britto e Bianca A. L. Jarro (autoras), Ms. Lis Pontedeiro Oliveira (orientadora),Stefani L. Primo (autora), Profa. Adriana &#160;Vasconcellos (orientadora) &#8211; EMEFM VereadorAntonio Sampaio&#160; &#8211; Zona Norte de São Paulo.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
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<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><a href="https://www.jeanlauand.com/page9b.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong><u>Normas para submissão de artigos</u> &#8211; 2023</strong></a></p>



<p><strong>1. Apresentação&nbsp; 2. Na Mídia &nbsp; 3. Experiências das&nbsp;<em>Coepta</em></strong></p>



<p><strong>1. Apresentação</strong>O Cemoroc &#8211; Centro de Estudos Medievais Oriente &amp; Ocidente (Faculdade de Educação da USP) &#8211; lançou em 2018 o Projeto&nbsp;<em>Coepta</em>&nbsp;(palavra latina que indica não só início, mas um início de iniciativa, iniciação, empreendimento), iniciativa revolucionária e de grande impacto educacional.Trata-se de publicar anualmente em alguma de nossas tradicionais revistas acadêmicas internacionais, ao lado de estudos de destacados doutores, uma seleção de artigos de estudantes do Ensino Médio de escolas públicas e privadas.<br>Até agora foram publicados 10 números, disponíveis na Internet no site&nbsp;<a href="http://www.hottopos.com/">www.hottopos.com</a>&nbsp;. A edição mais recente é&nbsp;<a href="http://www.hottopos.com/rih57/index.htm">Coepta 9-10</a>&nbsp;(número especial de Revista Internacional d&#8217;Humanitats).</p>



<p>Nestes primeiros 5 anos publicamos mais de 60 artigos de jovens pesquisadores das seguintes escolas privadas e públicas:</p>



<p><strong>De São Paulo (Capital</strong>): Colégio Luterano São Paulo, EMEFM Vereador Antonio Sampaio, Escola Bilíngue Pueri Domus, Colégio Ítaca, Colégio Visconde de Porto Seguro,&nbsp;Colégio Vértice, Colégio Albert Sabin e Colégio Souza Gouveia.&nbsp;<strong>De outras cidades:</strong>&nbsp;Escola Estadual Profa. Lúcia Akemi Miya (Itapecirica da Serra), Escola Municipal Dr. Napoleão Rodrigues Laureano (Guarujá). Centro de Estudos Júlio Verne (Diadema), Colégio Presidente Kennedy (Santos), Colégio Arena (Goiânia), Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Viçosa (CAp-COLUNI), Colégio Olimpo (Uberlândia), The Taft School (Connecticut) e Johannes-Scharrer-Gymnasium (Nuremberg &#8211; Alemanha).</p>



<p><a href="https://www.luterano.com.br/evento-do-lancamento-de-revista-internacional-da-usp-publica-artigos-cientificos-de-jovens-autores/">Cerimônia de Lançamento das revistas Coepta 2022</a>&nbsp;(com fotos)</p>



<p><strong>2. Na Mídia</strong>A iniciativa repercutiu em diversos canais, como:<br>“<a href="https://jornal.usp.br/cultura/projeto-usp-incentiva-iniciacao-cientifica-no-ensino-medio/">Projeto da USP incentiva iniciação científica no ensino médio</a>” (Reportagem do Jornal da USP, 21-11-2018)</p>



<p>“<a href="http://www.hottopos.com/convenit30/CoeptaFolha.jpg">Iniciação científica – Linguagem acadêmica entra nas escolas</a>” (Folha de São Paulo, 21-10-2018)</p>



<p>“<a href="https://educacao.sme.prefeitura.sp.gov.br/estudantes-do-ensino-medio-publicam-artigos-cientificos-em-revista-da-usp-pela-primeira-vez/">Estudantes do Ensino Médio publicam artigos científicos em Revista da USP pela primeira vez</a>” Portal da Secretaria Municipal da Educação de São Paulo</p>



<p>“<a href="https://www.guaruja.sp.gov.br/escola-de-guaruja-fomenta-iniciacao-cientifica-no-ensino-fundamental/">Escola de Guarujá fomenta iniciação científica no Ensino Fundamental</a>” &#8211; Prefeitura do Guarujá (Secretaria de Educação)&nbsp;</p>



<p><a href="http://www2.fe.usp.br/~cemoroc/page09c.html">Câmara Municipal de Itapecirica da Serra presta homenagem a autora da revista Coepta</a></p>



<p><a href="https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2021/05/20/goiana-ganha-bolsa-integral-de-cerca-de-r-2-milhoes-para-estudar-em-universidade-dos-estados-unidos.ghtml">Goiana ganha bolsa integral de cerca de R$ 2 milhões para estudar em universidade dos Estados Unidos</a> (&#8220;A jovem conta que tem um artigo científico publicado na Revista Internacional d’Humanitats&#8230;”) <br><br>Giovanna Canonici, condecorada pelo Ministério da Ciência, tecnologia e inovações. <a href="https://www.facebook.com/OlimpoUberlandia">Post</a> (13-12-2021) &#8211; registra que a jovem teve artigo científico publicado na Revista Internacional d’Humanitats</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="739" height="493" src="https://www.julioverne.com.br/wp-content/uploads/2022/12/Coepta2Mesa2018.jpg" alt="" class="wp-image-3774" srcset="https://www.julioverne.com.br/wp-content/uploads/2022/12/Coepta2Mesa2018.jpg 739w, https://www.julioverne.com.br/wp-content/uploads/2022/12/Coepta2Mesa2018-300x200.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /></figure>
</div>


<p>Cerimônia de Lançamento 2018 &#8211; Auditório do Colégio Luterano São Paulo 2018 &#8211; Na mesa, três de nossos editores chefes: Dr. Paulo Ferreira da Cunha (catedrático da Universidade do Porto, atualmente Ministro da Suprema Corte de Portugal); Dr. Jean Lauand (Feusp) e Dra. Silvia Colello (FEUSP)</p>



<p><strong>3. A experiência das&nbsp;<em>Coepta</em></strong>As experiências de publicação em diversas escolas evidenciaram o quanto essa iniciativa impulsiona o esforço de muitos professores que buscam incentivar a produção científica entre os estudantes. Nas palavras de Colello:&#8221;Mais do que a mobilização entusiasmada para a produção de um trabalho escolar diferenciado (ressignificando até mesmo as atividades pedagógicas e o vínculo com a escola), o que está em pauta é a construção de um olhar inquisitivo dos jovens sobre o mundo em que vivemos. A esse respeito, os temas abordados nas publicações&nbsp;<em>Coepta</em>, de natureza científica e social, dão mostras do compromisso desses estudantes com a construção do conhecimento e da postura crítica em face de uma realidade vivida, que passa a ser, também, compreendida e problematizada. Por isso, para cada um deles, a publicação não só consagra a razão do estudo e do trabalho científico, como também promove o direito à voz e à participação social.Esta novidade atende a um importante objetivo: a crescente tendência, no Ensino Médio, de estimular os estudantes à realização de trabalhos autorais, tão importantes para a abertura de horizontes intelectuais, guia para sua instalação no mundo atual e na formação da própria identidade. Para além dos modismos do novo rito de passagem, certamente há trabalhos notáveis produzidos nas &#8216;categorias de base&#8217;, orientados por professores comprometidos com a iniciação da formação de futuros pesquisadores.&#8221; (Ver artigo completo: &#8220;<a href="http://www.hottopos.com/rih54/13-18Silvia.pdf">Produzir conhecimento na escola: significados e sentidos do Projeto&nbsp;<em>Coepta</em></a>&#8220;)</p>
</blockquote>
</blockquote>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="570" height="570" src="https://www.julioverne.com.br/wp-content/uploads/2022/12/Coepta4VereadorAlunasOrientadoras.jpg" alt="" class="wp-image-3775" srcset="https://www.julioverne.com.br/wp-content/uploads/2022/12/Coepta4VereadorAlunasOrientadoras.jpg 570w, https://www.julioverne.com.br/wp-content/uploads/2022/12/Coepta4VereadorAlunasOrientadoras-300x300.jpg 300w, https://www.julioverne.com.br/wp-content/uploads/2022/12/Coepta4VereadorAlunasOrientadoras-150x150.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 570px) 100vw, 570px" /></figure>
</div>


<p>Extraído do portal da SME-PMSP. Da esquerda para a direita: Dra. Chie Hirose (orientadora),<br>Larissa A. C. Britto e Bianca A. L. Jarro (autoras), Ms. Lis Pontedeiro Oliveira (orientadora),<br>Stefani L. Primo (autora), Profa. Adriana &nbsp;Vasconcellos (orientadora) &#8211; EMEFM Vereador<br>Antonio Sampaio&nbsp; &#8211; Zona Norte de São Paulo.</p>
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			</item>
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		<title>Feira de Iniciação Científica</title>
		<link>https://www.julioverne.com.br/feira-de-iniciacao-cientifica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[julioverne]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Nov 2021 21:34:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No dia 06 de novembro aconteceu a nossa Feira de Iniciação Científica, onde os alunos apresentaram trabalhos incríveis! Tivemos de tudo um pouco, palestras do TED Ed, publicação de artigos científicos em revista da USP, maquetes, projeções e muito mais. Além disso, nossos alunos foram os protagonistas dessa ação, além de terem feito seus trabalhos,...</p>
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]]></description>
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<p>No dia <strong>06 de novembro</strong> aconteceu a nossa Feira de Iniciação Científica, onde os alunos apresentaram trabalhos incríveis! Tivemos de tudo um pouco, palestras do <strong>TED Ed</strong>, publicação de artigos científicos em revista da <strong>USP</strong>, maquetes, projeções e muito mais. Além disso, nossos alunos foram os protagonistas dessa ação, além de terem feito seus trabalhos, participaram também da organização e montagem do evento. </p>



<p>Confira nos bastidores! E em breve, teremos o vídeo oficial!</p>



<iframe loading="lazy" width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/LMsFMy0UwPo" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>



<p></p>
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