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	<title>julioverne, Autor em Julio Verne</title>
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	<description>Centro de Estudos</description>
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	<title>julioverne, Autor em Julio Verne</title>
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		<title>Combate ao bullying: um compromisso diário no Júlio Verne</title>
		<link>https://www.julioverne.com.br/combate-bullying-escolas-julio-verne/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[julioverne]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 13:47:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Combate ao bullying nas escolas]]></category>
		<category><![CDATA[Escola particular de Diadema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais do que uma data, o combate ao bullying é uma prática contínua na escola particular de Diadema Júlio Verne Centro de Estudos, com ações pedagógicas, projetos multidisciplinares e protagonismo dos alunos ao longo de todo o ano.</p>
<p>O post <a href="https://www.julioverne.com.br/combate-bullying-escolas-julio-verne/">Combate ao bullying: um compromisso diário no Júlio Verne</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.julioverne.com.br">Julio Verne</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O dia 7 de abril marca a conscientização sobre o combate ao bullying e à violência nas escolas. É uma data importante que convida à reflexão sobre um problema que ainda impacta a vida de muitos estudantes. No entanto, mais do que um momento pontual, esse é um tema que exige atenção contínua, sensível e comprometida.</p>



<p>No <strong><a href="https://www.julioverne.com.br/">Júlio Verne Centro de Estudos</a></strong>, escola particular de Diadema, esse cuidado faz parte do cotidiano. A escola entende que educar vai além da transmissão de conhecimento: é também formar indivíduos capazes de conviver com respeito, empatia e responsabilidade. </p>



<p>Vale destacar que existe uma lei que criminaliza o bullying <strong><strong><a href="https://www.google.com/search?q=Lei+n%C2%BA+14.811%2F2024&amp;rlz=1C1FCXM_pt-PTBR974BR974&amp;oq=lei+que+criminaliza+o+bullying&amp;gs_lcrp=EgZjaHJvbWUyCQgAEEUYORiABDIICAEQABgWGB4yCAgCEAAYFhgeMggIAxAAGBYYHjIICAQQABgWGB4yCAgFEAAYFhgeMggIBhAAGBYYHjIICAcQABgWGB7SAQg3MzA5ajBqN6gCCLACAfEF43UYDZFk1PfxBeN1GA2RZNT3&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8&amp;ved=2ahUKEwi4lJPB7NuTAxXPFrkGHStlCHcQgK4QegYIAQgAEAM">Lei nº 14.811/2024</a></strong></strong>, sancionada em janeiro de 2024, que oficializou a criminalização do bullying e do cyberbullying no Brasil. Ela altera o Código Penal para tipificar a intimidação sistemática (bullying) e a intimidação em ambiente digital (cyberbullying), prevendo penas de multa ou reclusão, com aumento de pena para casos em redes sociaiis.</p>



<p>Aproveitando a relevância da data, o tema ganha ainda mais visibilidade neste período, com o fortalecimento de ações já integradas à prática pedagógica da escola. Entre elas, o <strong>Projeto Multidisciplinar de Combate ao Bullying</strong>, que é desenvolvido com os alunos ao longo do mês de abril, promovendo reflexões em sala de aula e atividades orientadas, com desdobramentos que incluem momentos de apresentação e compartilhamento das aprendizagens.</p>



<p>No entanto, é importante destacar que essa não é uma pauta pontual. O trabalho de conscientização e prevenção acontece de forma contínua ao longo de todo o ano letivo, por meio de diferentes iniciativas que reforçam, no dia a dia, a construção de um ambiente mais respeitoso, seguro e acolhedor.</p>



<p><strong>Um ambiente que educa para o respeito</strong></p>



<p>A construção de um ambiente seguro e acolhedor começa nas relações. Por isso, o Júlio Verne promove, de forma contínua, rodas de conversa, momentos de escuta ativa, debates orientados e palestras com especialistas, criando espaços em que os alunos podem se expressar, refletir e compreender o impacto de suas atitudes no coletivo.</p>



<p>Essas ações contribuem diretamente para a prevenção de situações de bullying, fortalecendo uma cultura de diálogo, respeito às diferenças e valorização do outro.</p>



<p><strong>Projeto Antibullying: ação contínua e participativa</strong></p>



<p>Dentro desse compromisso, o Projeto Antibullying do JV se consolida como uma iniciativa permanente da escola, envolvendo alunos, professores e toda a equipe pedagógica em diferentes momentos ao longo do ano.</p>



<p>Como parte dessas ações, a discussão também é levada para o ambiente digital. A exemplo disso, em 2024 foi realizada a produção de conteúdos e materiais educativos em uma série de publicações feitas nas <a href="https://www.instagram.com/reel/DBR0MiDp1ZC/?igsh=NDB1YnlhYjg2ank5">redes sociais</a>, ampliando o alcance das reflexões sobre bullying e ciberbullying para além da sala de aula.</p>



<p>Além disso, os alunos são orientados sobre a importância da responsabilidade coletiva diante dessas situações, compreendendo que atitudes como incentivar, ignorar ou silenciar também impactam diretamente o ambiente escolar.</p>



<p><strong>Protagonismo dos alunos e aprendizagem na prática</strong></p>



<p>No Júlio Verne, os alunos são incentivados a participar ativamente das discussões. Em projetos pedagógicos, apresentações e atividades interdisciplinares, eles são convidados a refletir, se posicionar e compartilhar suas percepções sobre convivência, respeito e empatia.</p>



<p>Esse protagonismo contribui para o desenvolvimento do pensamento crítico e fortalece a construção de uma cultura de respeito dentro e fora da escola.</p>



<p><strong>Cultura, expressão e reflexão</strong></p>



<p>A arte e a expressão também ocupam um papel importante nesse processo. Por meio de produções autorais, atividades culturais e momentos de apresentação, os alunos têm a oportunidade de abordar temas como o bullying de forma sensível, crítica e conectada à sua realidade.</p>



<p>Essas experiências ampliam o olhar dos estudantes e ajudam a transformar o aprendizado em atitudes concretas no dia a dia.</p>



<p><strong>Educação é compromisso coletivo</strong></p>



<p>Combater o bullying é uma responsabilidade compartilhada. Escola, família e sociedade precisam caminhar juntas para promover uma cultura de respeito e acolhimento.</p>



<p>No Júlio Verne Centro de Estudos, esse compromisso se traduz em ações contínuas, integradas à rotina pedagógica e ao acompanhamento próximo dos alunos, fortalecendo vínculos e garantindo um ambiente em que todos se sintam seguros para aprender e conviver.</p>



<p><strong>Mais do que uma data, uma prática diária</strong></p>



<p>Dado todo esse contexto, é possível perceber que no JV combate ao bullying não se limita a um dia no calendário. Ele está presente nas relações, nas práticas pedagógicas e na forma como cada aluno é visto e acolhido.</p>



<p>Porque educar também é formar pessoas capazes de respeitar, conviver e transformar o ambiente em que vivem por meio de ações que visam uma cultura de paz em todos o ambiente escola e fora dele.</p>



<p>(Imagm: Freepik)</p>



<p></p>
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		<title>Por que a arte nas escolas é tão importante?</title>
		<link>https://www.julioverne.com.br/por-que-a-arte-nas-escolas-e-tao-importante/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[julioverne]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 20:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Escola em Diadema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando se fala em educação, muitas vezes o foco se volta apenas para disciplinas tradicionais como matemática, português e ciências. No entanto, a formação de um aluno vai muito além do conteúdo acadêmico. A arte ocupa um papel essencial nesse processo, pois contribui para o desenvolvimento integral dos estudantes, estimulando criatividade, sensibilidade, expressão e pensamento...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Quando se fala em educação, muitas vezes o foco se volta apenas para disciplinas tradicionais como matemática, português e ciências. No entanto, a formação de um aluno vai muito além do conteúdo acadêmico. A arte ocupa um papel essencial nesse processo, pois contribui para o desenvolvimento integral dos estudantes, estimulando criatividade, sensibilidade, expressão e pensamento crítico.</p>



<p>Em uma escola que acredita na educação como um processo completo, a arte não é apenas uma atividade complementar, mas parte importante da formação humana.</p>



<p><strong>A arte como forma de expressão</strong></p>



<p>Crianças e jovens nem sempre encontram nas palavras a melhor maneira de expressar sentimentos, ideias e percepções sobre o mundo. A arte oferece caminhos diferentes para essa expressão.</p>



<p>Por meio do desenho, da pintura, da música, do teatro ou da dança, os alunos conseguem explorar emoções, desenvolver identidade e comunicar pensamentos de forma criativa. Esse processo fortalece a autoestima e ajuda os estudantes a se reconhecerem como indivíduos capazes de criar e transformar.</p>



<p><strong>Desenvolvimento da criatividade e do pensamento crítico</strong></p>



<p>A arte estimula a imaginação e a capacidade de pensar de maneira diferente. Ao criar, interpretar ou analisar uma obra artística, o aluno exercita habilidades importantes como observação, reflexão e interpretação.</p>



<p>Essas competências são fundamentais não apenas para a vida acadêmica, mas também para a formação de pessoas capazes de analisar o mundo com autonomia, sensibilidade e senso crítico.</p>



<p><strong>Conexão com cultura e sociedade</strong></p>



<p>A arte também é uma forma de compreender a história, as culturas e as transformações da sociedade. Ao entrar em contato com diferentes manifestações artísticas, os alunos ampliam repertórios e passam a enxergar o mundo sob novas perspectivas.</p>



<p>Esse contato favorece o respeito à diversidade cultural e fortalece a compreensão de que a arte sempre esteve presente nas diferentes formas de expressão humana.</p>



<p><strong>Desenvolvimento emocional e social</strong></p>



<p>Participar de atividades artísticas em grupo, como apresentações, projetos culturais ou produções coletivas, estimula habilidades sociais importantes. Os alunos aprendem a colaborar, ouvir opiniões diferentes, respeitar processos e valorizar o trabalho coletivo.</p>



<p>Além disso, a arte contribui para o desenvolvimento emocional, ajudando os estudantes a lidar com sentimentos, frustrações e desafios de maneira saudável.</p>



<p><strong>A arte no Júlio Verne</strong></p>



<p>No <strong><a href="https://www.julioverne.com.br/">Júlio Verne Centro de Estudos</a></strong>, escola de Diadema, a arte faz parte da formação integral dos alunos. A escola entende que o desenvolvimento humano precisa de diferentes estímulos para que crianças e jovens possam explorar todo o seu potencial.</p>



<p>Por isso, os estudantes têm contato com diversas linguagens artísticas, como teatro, circo, ballet, breaking dance, grafitti, artes plásticas, dança, capoeira, canto, violão, fotografia e cinema. Essas atividades estimulam criatividade, expressão, consciência corporal e confiança para falar em público e participar de diferentes experiências ao longo da vida. </p>



<p>Os projetos artísticos também dialogam com temas atuais e seguem um propósito pedagógico conectado aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da UNESCO. Ao longo do ano, os trabalhos desenvolvidos pelos alunos ganham forma em apresentações e espetáculos realizados no teatro da cidade ou no Centro Cultural Júlio Verne, um espaço pensado para estimular a criatividade e valorizar a produção artística dos estudantes.</p>



<p>Assim, a arte deixa de ser apenas uma disciplina e passa a fazer parte da formação completa dos alunos, contribuindo para o desenvolvimento de pessoas mais criativas, confiantes e preparadas para os desafios da vida.</p>



<p></p>
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		<title>Melhor escola de Diadema: o que realmente define a escolha certa?</title>
		<link>https://www.julioverne.com.br/melhor-escola-de-diadema-o-que-realmente-define-a-escolha-certa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[julioverne]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 17:28:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Colégio em Diadema]]></category>
		<category><![CDATA[Melhor escola de Diadema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Escolher a escola ideal em Diadema para o seu filho é uma das decisões mais importantes para qualquer família. No município, onde as opções são diversas, essa escolha vai muito além de grade curricular ou carga horária. Pais e responsáveis buscam uma educação capaz de formar indivíduos preparados para um mundo em constante transformação, que...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Escolher a escola ideal em Diadema para o seu filho é uma das decisões mais importantes para qualquer família. No município, onde as opções são diversas, essa escolha vai muito além de grade curricular ou carga horária. Pais e responsáveis buscam uma educação capaz de formar indivíduos preparados para um mundo em constante transformação, que sejam críticos, criativos, éticos e emocionalmente equilibrados.</p>



<p>É nesse contexto que o <strong><a href="https://www.julioverne.com.br/">Júlio Verne Centro de Estudos</a></strong> se destaca: uma escola que entende a educação como um processo amplo, humano e conectado com a vida real. Por reunir esses valores na prática, o colégio se consolida como a <strong>melhor escola de Diadema</strong> e a melhor opção para quem busca uma formação sólida e significativa.</p>



<p><strong>Educação com propósito: o aluno no centro do processo</strong></p>



<p>No <strong>Júlio Verne</strong>, ensinar não se resume à transmissão de conteúdos. A escola trabalha a partir de uma proposta pedagógica humanista, que valoriza o aluno como sujeito ativo da aprendizagem. Isso significa escuta, acolhimento, estímulo à autonomia e respeito às individualidades.</p>



<p>Essa visão está presente no cotidiano escolar, nos projetos desenvolvidos ao longo do ano e na forma como a escola se comunica com as famílias. O aprendizado acontece com sentido, diálogo e participação, pilares essenciais para a formação de cidadãos conscientes.</p>



<p><strong>Tradição que evolui junto com o mundo</strong></p>



<p>Com uma trajetória consolidada na educação, o Júlio Verne une experiência e inovação. A tradição construída ao longo dos anos oferece segurança, enquanto a constante atualização pedagógica garante uma escola conectada aos desafios contemporâneos.</p>



<p>A instituição investe em práticas educacionais modernas, projetos interdisciplinares, uso inteligente da tecnologia e estímulo à pesquisa, preparando os alunos não apenas para as próximas etapas acadêmicas, mas para um futuro em constante mudança.</p>



<p><strong>Desenvolvimento integral: aprender para a vida</strong></p>



<p>A formação oferecida no JV vai além do desempenho acadêmico. A escola entende que educar é desenvolver o aluno por completo, intelectualmente, emocionalmente, socialmente e culturalmente.</p>



<p>Por isso, o currículo e os projetos pedagógicos estimulam:</p>



<p>. <strong>Pensamento crítico</strong> e capacidade de argumentação</p>



<p>. <strong>Criatividade</strong>, expressão artística e sensibilidade cultural</p>



<p>. <strong>Trabalho em grupo</strong>, empatia e convivência respeitosa</p>



<p>. <strong>Consciência social</strong> e participação em projetos que dialogam com o mundo</p>



<p>Essa abordagem amplia repertórios, fortalece a autoestima dos alunos e torna o aprendizado mais significativo.</p>



<p><strong>Resultados que refletem uma formação consistente</strong></p>



<p>Os resultados são consequência direta de um trabalho pedagógico sério e contínuo. Ao longo dos anos, a escola acompanha de perto o desenvolvimento acadêmico e pessoal de seus alunos, celebrando conquistas, amadurecimento e evolução.</p>



<p>Mais do que números, o que se percebe é a formação de estudantes seguros, bem preparados, com visão crítica e capacidade de enfrentar novos desafios com responsabilidade e confiança.</p>



<p><strong>Comunidade escolar forte e participativa</strong></p>



<p>Outro fator decisivo na escolha de uma escola é o ambiente que ela oferece. No Júlio Verne, a relação entre escola, alunos e famílias é construída com proximidade, diálogo e parceria.</p>



<p>A comunidade escolar compartilha valores como respeito, diversidade, colaboração e cuidado. Esse clima favorece o aprendizado, fortalece vínculos e transforma a escola em um espaço onde o aluno se sente pertencente, acolhido e estimulado a crescer.</p>



<p><strong>Estrutura completa que valoriza educação, cultura e esporte</strong></p>



<p>O JV conta com uma estrutura completa para apoiar o desenvolvimento integral dos alunos. A escola dispõe de quadras esportivas, piscina, espaços amplos de convivência, salas bem equipadas com ar-condicionado e ambientes destinados às atividades culturais e pedagógicas.</p>



<p>O esporte faz parte da proposta educacional da escola, contribuindo para a disciplina, o trabalho em equipe, o bem-estar físico e emocional e a construção de hábitos saudáveis desde a infância.</p>



<p><strong>Protagonismo estudantil dentro e fora da escola</strong></p>



<p>Os alunos são incentivados a ocupar espaços de protagonismo também fora do ambiente escolar. Um exemplo disso é a participação em simulações de debates no modelo ONU, em que os estudantes desenvolvem habilidades como pesquisa, oratória, argumentação e pensamento crítico ao representar países e discutir temas globais, como é o caso que ocorreu em 2025, com a participação dos alunos em um Fórum na FAAP.</p>



<p>Além disso, a escola estimula a iniciação científica, permitindo que alunos desenvolvam pesquisas e produzam artigos acadêmicos. Alguns desses trabalhos já foram<a href="https://www.julioverne.com.br/ousadia-publicitaria-marcas-centenarias-e-o-enfrentamento-ao-preconceito-artigos-de-alunos-do-julio-verne-ganham-espaco-em-revista-da-usp/"> publicados</a> em revistas científicas ligadas à USP, inserindo os estudantes em um ambiente real de produção de conhecimento desde cedo.</p>



<p>Essas experiências ampliam horizontes, fortalecem a autonomia intelectual e mostram, na prática, como o aprendizado pode ultrapassar os limites da sala de aula.</p>



<p>Diante de tudo isso, fica claro o que realmente faz uma escola ser a escolha certa. Não é apenas a grade curricular, nem somente a estrutura física, mas a capacidade de unir educação com propósito, desenvolvimento integral, protagonismo estudantil, esporte, cultura e uma comunidade escolar forte.</p>



<p>É exatamente essa combinação que faz do <strong>Júlio Verne Centro de Estudos</strong> a <strong>melhor escola de Diadema</strong> e a melhor opção para famílias que buscam uma educação completa, atual e preparada para o futuro &#8211; uma escola que forma alunos para muito além do próximo ano letivo, formando pessoas prontas para a vida.</p>



<p>Para conhecer de perto essa proposta educacional, entre em contato <strong><a href="https://api.whatsapp.com/send/?phone=5511916120776&amp;text=Ol%C3%A1%2C+estava+navegando+no+site%2C+gostaria+de+informa%C3%A7%C3%B5es+sobre+a+escola&amp;type=phone_number&amp;app_absent=0">aqui</a></strong> com a escola e agende uma visita.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mantenedor do Júlio Verne é destaque na Revista Exame em matéria sobre educação</title>
		<link>https://www.julioverne.com.br/mantenedor-do-julio-verne-e-destaque-na-revista-exame-em-materia-sobre-educacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[julioverne]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jan 2026 19:12:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Carreiras]]></category>
		<category><![CDATA[Júlio Verne Centro de Estudos]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Exame]]></category>
		<category><![CDATA[Salvatore Saggio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É com muito orgulho que o Júlio Verne Centro de Estudos compartilha que nosso diretor de planejamento estratégico e um dos mantenedores, Salvatore Saggio, foi destaque em reportagem exclusiva da Revista Exame sobre educação e o impacto do ensino superior na trajetória profissional. O texto, intitulado “É possível se dar bem sem curso superior, mas...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>É com muito orgulho que o <strong>Júlio Verne Centro de Estudos</strong> compartilha que nosso diretor de planejamento estratégico e um dos mantenedores, <strong>Salvatore Saggio</strong>, foi destaque em reportagem exclusiva da <strong>Revista Exame</strong> sobre educação e o impacto do ensino superior na trajetória profissional.</p>



<p>O texto, intitulado <em>“</em><a href="https://exame.com/carreira/e-possivel-se-dar-bem-sem-curso-superior-mas-isso-e-uma-rarissima-excecao-diz-empresario/">É possível se dar bem sem curso superior, mas isso é uma raríssima exceção</a><em>”</em>, destacou a projeção de Salvatore nas redes sociais, onde ele compartilha análises sobre escolas e instituições de ensino superior, com foco em decisões educacionais mais conscientes e bem fundamentadas.</p>



<p>Seu trabalho, que já alcança mais de 50 mil seguidores em sua <a href="https://www.instagram.com/salvatore.saggioo?utm_source=ig_web_button_share_sheet&amp;igsh=ZDNlZDc0MzIxNw==">conta no Instagram</a>, tem chamado atenção por abordar temas como a importância de escolhas acadêmicas estratégicas, qualidade pedagógica das instituições e oportunidades de crescimento profissional.</p>



<p>Ser mencionado em uma publicação de renome como a Exame reconhece o impacto de Salvatore na atuação como educador, sua vivência no meio educacional, e a forma como suas análises têm ajudado pais e estudantes a tomar decisões mais assertivas.</p>



<p>Esse reconhecimento também reforça o compromisso do Júlio Verne Centro de Estudos com uma educação sólida, baseada em experiência, dados e inovação, e evidencia o papel ativo de seus líderes em discussões sobre o futuro da educação no Brasil.</p>
<p>O post <a href="https://www.julioverne.com.br/mantenedor-do-julio-verne-e-destaque-na-revista-exame-em-materia-sobre-educacao/">Mantenedor do Júlio Verne é destaque na Revista Exame em matéria sobre educação</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.julioverne.com.br">Julio Verne</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Bolsas de estudo de até 100%: Júlio Verne abre seleção para alunos de baixa renda</title>
		<link>https://www.julioverne.com.br/bolsas-de-estudo-de-ate-100-julio-verne-abre-selecao-para-alunos-de-baixa-renda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[julioverne]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jan 2026 02:30:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsas de estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Escola em Diadema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Júlio Verne Centro de Estudos abriu processo seletivo para concessão de bolsas de estudo de até 100% destinadas a alunos de baixa renda que desejam ingressar no 5º ano do Ensino Fundamental ou no Ensino Médio (1º ao 3º ano). A iniciativa tem como proposta ampliar o acesso à educação de qualidade, incentivando jovens...</p>
<p>O post <a href="https://www.julioverne.com.br/bolsas-de-estudo-de-ate-100-julio-verne-abre-selecao-para-alunos-de-baixa-renda/">Bolsas de estudo de até 100%: Júlio Verne abre seleção para alunos de baixa renda</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.julioverne.com.br">Julio Verne</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O <strong>Júlio Verne Centro de Estudos</strong> abriu processo seletivo para concessão de <strong>bolsas de estudo de até 100%</strong> destinadas a alunos de baixa renda que desejam ingressar no <strong>5º ano do Ensino Fundamental</strong> ou no <strong>Ensino Médio (1º ao 3º ano)</strong>.</p>



<p>A iniciativa tem como proposta <strong>ampliar o acesso à educação de qualidade</strong>, incentivando jovens talentos com a oportunidade de ingresso em uma escola privada por meio de um processo seletivo.</p>



<p><strong>Quem pode participar</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Estudantes que tenham interesse em ingressar no <strong>5º ano do Ensino Fundamental</strong> ou no <strong>Ensino Médio</strong>;</li>



<li>Se enquadrem nos critérios socioeconômicos estabelecidos pelo colégio;</li>



<li>Estejam dispostos a participar de todas as fases do processo seletivo.</li>
</ul>



<p>As bolsas oferecidas podem chegar a <strong>até 100%</strong>, conforme análise do perfil do candidato e da situação socioeconômica da família.</p>



<p><strong>Como funciona o processo seletivo de bolsas</strong></p>



<p>O processo seletivo para bolsas de estudo no Júlio Verne Centro de Estudos acontece em <strong>duas fases</strong>, garantindo uma avaliação completa dos candidatos.</p>



<p><strong>1ª fase – Inscrição e análise de informações</strong></p>



<p>A primeira fase ocorre por meio do <strong>preenchimento de um </strong><a href="(https:/forms.gle/J5CBoFhoeSgP91PP9)"><strong>formulário</strong></a><strong>,</strong> onde o responsável deve informar os dados do aluno e anexar a documentação solicitada, que inclui:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Histórico escolar;</li>



<li>Boletim de 2025;</li>



<li>Comprovante de renda familiar;</li>



<li>CPF do aluno e do responsável;</li>



<li>Contato do responsável.</li>
</ul>



<p>As informações serão analisadas pela equipe pedagógica e administrativa da escola.</p>



<p><strong>2ª fase – Entrevista com aluno e responsáveis</strong></p>



<p>Os candidatos selecionados na primeira fase avançam para a <strong>segunda fase</strong>, que consiste em uma entrevista com o aluno e uma conversa com os responsáveis. Esse momento permite avaliar o desempenho acadêmico, o perfil do estudante e o alinhamento com a proposta pedagógica do colégio.</p>



<p><strong>Prazo para inscrição</strong></p>



<p>O <strong>prazo para preenchimento do formulário e envio das informações é até o dia 23 de janeiro</strong>. Após essa data, o processo seletivo será encerrado.</p>



<p><strong>Educação como compromisso social</strong></p>



<p>Com essa iniciativa, o Júlio Verne Centro de Estudos reafirma seu compromisso com a <strong>educação de qualidade</strong>, contribuindo para a formação acadêmica, social e humana dos estudantes, estimulando o desenvolvimento de novos talentos.</p>



<p><strong>Dúvidas sobre o processo seletivo de bolsas de estudo</strong></p>



<p>Para esclarecer dúvidas sobre o processo seletivo, critérios de avaliação ou fases da seleção, entre em contato com o colégio, por meio do telefone (11) 91612-0776 (WhatsApp).</p>
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		<title>Ousadia publicitária, marcas centenárias e o enfrentamento ao preconceito: artigos de alunos do Júlio Verne ganham espaço em revista da USP</title>
		<link>https://www.julioverne.com.br/ousadia-publicitaria-marcas-centenarias-e-o-enfrentamento-ao-preconceito-artigos-de-alunos-do-julio-verne-ganham-espaco-em-revista-da-usp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[julioverne]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Dec 2025 18:30:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Julio Verne]]></category>
		<category><![CDATA[Revista da USP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A revista Coepta, periódico acadêmico ligado à Universidade de São Paulo (USP) e à Universidade de Barcelona, publicou em sua nova edição quatro artigos desenvolvidos por alunos do Júlio Verne Centro de Estudos , como resultado do projeto Jovens Pesquisadores. Orientados por professores da escola, os estudantes analisaram fontes históricas e documentos da imprensa brasileira,...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A revista <strong>Coepta</strong>, periódico acadêmico ligado à Universidade de São Paulo (USP) e à Universidade de Barcelona, publicou em sua nova edição quatro artigos desenvolvidos por alunos do <strong>Júlio Verne</strong> <strong>Centro de Estudos </strong>, como resultado do projeto Jovens Pesquisadores. Orientados por professores da escola, os estudantes analisaram fontes históricas e documentos da imprensa brasileira, produzindo pesquisas com temas curiosos, relevantes e provocadores.</p>



<p>Os trabalhos percorrem áreas como publicidade, história das marcas, imprensa, linguagem e racismo, a partir de investigações realizadas em acervos da <strong>Biblioteca Nacional</strong>. A seguir, um panorama dos artigos publicados.</p>



<p><strong>Publicidade ousada no século XIX: quando o anúncio se disfarçava de notícia</strong></p>



<p>Um dos artigos investiga como a propaganda de uma marca era feita no final do século XIX, muito antes do marketing moderno. Em <strong>“Humor &amp; Marketing: Vital Fernandes Fam, o gênio da publicidade no Império”</strong>, a aluna Bárbara Melo analisa a atuação da Estrella, uma alfaiataria que ousou como poucas em sua época.</p>



<p>Fundada pelo empresário português Vital Fernandes Fam, a empresa produzia anúncios que se confundiam com textos jornalísticos. Em vez de apresentar diretamente seus produtos, ela se apropriava de fatos do cotidiano, narrados como notícias ou comunicados oficiais. Apenas no final do texto, de forma humorística, o leitor percebia tratar-se de uma propaganda.</p>



<p>Um exemplo analisado no artigo é o anúncio publicado às vésperas da Abolição da Escravatura, em 1888. Intitulado <em>“Estão livres os escravos no Brazil”</em>, o texto começa como uma notícia sobre a Lei Áurea e, ao final, revela-se uma peça publicitária que compara o impacto histórico do acontecimento aos preços das roupas da alfaiataria. O estudo mostra como essa estratégia, hoje comparável aos informes publicitários, era ainda mais radical naquele contexto e discute os limites éticos do humor na publicidade.</p>



<p><strong>Marcas centenárias em foco: Gillette e Guaraná</strong></p>



<p>Outro artigo amplia o olhar sobre estratégias de divulgação no início do século XX. Em <strong>“Gillette e Guaraná – explorando os primórdios de duas marcas centenárias”</strong>, o aluno Matheus de Sá analisa a construção da imagem de duas marcas que atravessaram gerações.</p>



<p>No caso da Gillette, o estudo destaca a rápida consolidação no Brasil, associando inovação tecnológica à comunicação direta com o consumidor. Já a pesquisa sobre o Guaraná Champagne mostra como a bebida construiu sua identidade a partir de elementos nacionais, como a Amazônia, a figura do indígena e a ideia de energia natural. O artigo evidencia como essas marcas já compreendiam a força da publicidade na construção de hábitos de consumo e identidades culturais.</p>



<p><strong>Racismo na imprensa: um passado que insiste em se repetir</strong></p>



<p>Outro trabalho aborda um tema duro e necessário: a permanência do racismo no discurso jornalístico brasileiro. Em <strong>“Preconceito ‘de cor’: um asqueroso caso de racismo em nossa imprensa (1887–1928)”</strong>, Isabella Vieira e Thor Corrêa Neto investigam como um conto profundamente racista foi reproduzido por décadas em jornais e revistas do país.</p>



<p>A pesquisa revela como o racismo era naturalizado na imprensa, muitas vezes apresentado em tom de humor ou curiosidade, sem questionamento ético. Ao recuperar esse material histórico, os autores estabelecem um diálogo com o presente e reforçam a importância de uma <strong>educação antirracista</strong>, capaz de formar leitores críticos.</p>



<p><strong>Linguagem, expressões populares e preconceito</strong></p>



<p>E, por último, mais um artigo que se debruça sobre o preconceito presente em expressões populares, analisando de forma detalhada a relação entre cores, linguagem e significados sociais. Assinado pela aluna Rafaela Cordeiro Silva, o texto “<strong>Cores em expressões populares e sua datação”</strong>reúne expressões consagradas do cotidiano brasileiro, como “amarelar”, “verde de inveja”, “vermelho de vergonha” e “a coisa está preta”, e investiga sua origem histórica e datação, a partir de pesquisas feitas na Biblioteca Nacional. Ao percorrer registros da imprensa dos séculos XIX e XX, o artigo revela como essas expressões se consolidaram ao longo do tempo e como, em muitos casos, carregam valores simbólicos e preconceitos naturalizados, convidando o leitor a refletir sobre o peso cultural e histórico da linguagem que usamos diariamente.</p>



<p><strong>Pesquisa e pensamento crítico desde a educação básica</strong></p>



<p>O conjunto dos quatro artigos revela a potência do trabalho desenvolvido no <strong>Júlio Verne Centro de Estudos</strong>. Da ousadia publicitária do século XIX às discussões sobre racismo, marcas e linguagem, os alunos demonstram que pesquisar é também questionar o presente a partir do passado, ampliando repertórios e construindo um olhar crítico sobre o mundo.</p>



<p>O trabalho dos alunos passou pela orientação do <strong>diretor acadêmico e professor Alexandre Medeiros</strong> e dos professores Everaldo Rodrigues Morais, Giuliana Cinezi e Gabriel Santos Menezes.</p>
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		<title>Do “não ser racista” ao compromisso diário: a política antirracista do Júlio Verne Centro de Estudos</title>
		<link>https://www.julioverne.com.br/politica-antirracista-centro-de-estudos-julio-verne/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[julioverne]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Nov 2025 16:17:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Não basta dizer ‘eu não sou racista’. A questão é: o que você está fazendo ativamente para combater o racismo?”. Essa reflexão inserida no livro “Pequeno manual antirracista”, da filósofa e ativista Djamila Ribeiro, ecoa como um chamado à responsabilidade. Em uma sociedade marcada pelo racismo estrutural, não há neutralidade possível: ou se combate o...</p>
<p>O post <a href="https://www.julioverne.com.br/politica-antirracista-centro-de-estudos-julio-verne/">Do “não ser racista” ao compromisso diário: a política antirracista do Júlio Verne Centro de Estudos</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.julioverne.com.br">Julio Verne</a>.</p>
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<p>“Não basta dizer ‘eu não sou racista’. A questão é: o que você está fazendo ativamente para combater o racismo?”. Essa reflexão inserida no livro “<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pequeno_Manual_Antirracista">Pequeno manual antirracista</a><em>”</em>, da filósofa e ativista Djamila Ribeiro, ecoa como um chamado à responsabilidade. Em uma sociedade marcada pelo racismo estrutural, não há neutralidade possível: ou se combate o racismo, ou se colabora com ele pela omissão.</p>



<p>Nas escolas, esse chamado é ainda mais urgente. Se a educação tem o poder de formar olhares, sensibilidades e projetos de vida, então também tem o dever de enfrentar as desigualdades que atravessam a nossa história e o nosso cotidiano. No <a href="https://www.julioverne.com.br/">Júlio Verne Centro de Estudos</a>, essa consciência se desdobra em algo muito concreto: uma política antirracista viva, cotidiana, que ultrapassa discursos pontuais e datas comemorativas. (inserir o link aqui)</p>



<p><strong>Antirracismo não é evento: é prática diária</strong></p>



<p>Ser antirracista não se resume a realizar ações isoladas em novembro, no Dia da Consciência Negra, ou em datas internacionais ligadas à cultura africana. Ser antirracista, para o Júlio Verne, é assumir um compromisso pedagógico, ético e institucional que atravessa o ano inteiro, todas as turmas, todas as áreas do conhecimento e todas as relações construídas dentro e fora da escola.</p>



<p>Isso se manifesta em decisões que vão desde o currículo até a forma como a comunidade é acolhida, passando por algo fundamental: quem está nos espaços de poder, de referência e de afeto. Não há política antirracista coerente sem a presença, a valorização e o reconhecimento de pessoas negras em todos esses lugares.</p>



<p>Por isso, o Júlio Verne entende que não basta falar sobre diversidade; é preciso garantir representatividade preta entre educadores, colaboradores e lideranças escolares, reconhecendo esses profissionais em sua competência, trajetória e humanidade, afinal, combater o racismo também é romper com estruturas que historicamente afastaram pessoas negras dos espaços de decisão.</p>



<p><strong>Cultura afro-brasileira no centro do palco&nbsp;</strong></p>



<p>Uma das marcas dessa política é a forma como a escola escolhe enxergar e trabalhar a cultura afro-brasileira: não como um adendo folclórico, mas como fundamento da nossa formação social, estética e histórica.</p>



<p>A cultura afro aparece ali onde muitas vezes foi invisibilizada: no cotidiano. Está nas atividades extracurriculares, nas apresentações, nos projetos e nas expressões artísticas que os alunos protagonizam, especialmente em linguagens que nascem da resistência e da criatividade negra, como o <em>breaking</em> e o <em>hip-hop</em>. Essas expressões não são meros “temas especiais”, mas parte estruturante da identidade do colégio, presente nas principais apresentações e vivências culturais.</p>



<p>Da mesma forma, a <a href="https://www.instagram.com/reel/C8NRpagpRR7/?igsh=M2dndXFndGx6YjRh">capoeira</a> ocupa um lugar de destaque: não apenas como prática corporal, mas como herança histórica, filosofia de resistência e celebração da ancestralidade. Ao valorizar essas linguagens, a instituição e reafirma constantemente a importância de reconhecer, honrar e aprender com as raízes africanas que constroem o Brasil.</p>



<p>A exemplo disso, o colégio abriu recentemente as portas para o <a href="https://www.instagram.com/reel/DQ7ZP0XgXQi/?igsh=MTV0OGZrd28wZjYxbQ==">Circuito Quebrada Viva nas Escolas</a>, uma iniciativa organizada por coletivos de cultura urbana que dá protagonismo à cultura hip-hop.</p>



<p><strong>&nbsp;Beco da Cultura: quando o corredor da escola se torna aula de história e reparação</strong></p>



<p>Ao caminhar pelo colégio, a política antirracista também ganha forma nas paredes. O <a href="https://www.julioverne.com.br/beco-da-cultura/">Beco da Cultura</a> é um mural que homenageia figuras negras fundamentais na luta por justiça e igualdade racial, com suas faces registradas em Graffiti.</p>



<p>Neste espaço, estudantes se deparam com a figura de Nelson Mandela e Martin Luther King Jr., símbolos internacionais de coragem, resistência e uma luta pela paz e pelo respeito que ainda precisa ser reafirmada diariamente. A imagem de Rosa Parks, mulher negra que se recusou a ceder o lugar em um ônibus segregado e desencadeou um movimento histórico pelos direitos civis, também está presente como símbolo de insubmissão diante das injustiças raciais.</p>



<p>Essas figuras aparecem como personagens que dialogam com a vida dos estudantes, convidando-os a pensar: “Que tipo de sociedade eu ajudo a construir com as minhas escolhas?”</p>



<p><strong>Debate que envolve a escola inteira</strong></p>



<p>Uma escola só pode se declarar antirracista se está disposta a ouvir, aprender, rever práticas e se abrir ao diálogo constante. Por isso, o Júlio Verne promove debates, rodas de conversa e palestras que não se limitam aos alunos: incluem também famílias, educadores, equipe técnica e toda a comunidade escolar.</p>



<p>O <a href="https://www.instagram.com/reel/C8sM6yEJZYz/?igsh=MWxjanB6MmUzcWlyaw=="><strong>Sankofa</strong></a><strong> – Educação Antirracista</strong>, evento que se inspira em uma filosofia africana voltada à reparação histórica valorizando o aprendizado com a trajetória do povo negro para transformar o presente é um bom exemplo dessa constância. Na ocasião, além da promoção de discussões acerta do racismo, a escola contou com uma rica exposição afro da artista plástica <a href="https://www.instagram.com/ordalina_candido?igsh=bWs2NDB0dWw1MDJx">Ordalina Cândido</a>.</p>



<p>Esses encontros têm uma proposta clara: tirar o racismo da invisibilidade, discutir privilégios, desmontar mitos e construir, coletivamente, outras formas de convivência. É uma pauta que interpela a todos, especialmente as pessoas brancas, historicamente beneficiadas por estruturas racistas. Aliás, como bem define o livro de Djamila “o racismo foi inventado pela branquitude, que deve responder por ele”.</p>



<p>Assim, a escola se coloca como espaço de formação cidadã, onde o incômodo diante das desigualdades não é silenciado, e sim transformado em ação, responsabilidade e compromisso.</p>



<p><strong>Datas que reafirmam o que é vivido o ano todo</strong></p>



<p>Se no Júlio Verne o antirracismo é cotidiano, as datas especiais deixam de ser “ponto de partida” e se tornam <strong>pontos de reafirmação</strong> do que já é trabalhado ao longo de todo o ano letivo.</p>



<p>No <a href="https://www.instagram.com/p/DFNaAr1vxhV/?igsh=NG43cTM3MWFlNG50">Dia Mundial da Cultura Africana e Afrodescendente</a>, por exemplo, a escola reforça a presença da cultura africana e afro-brasileira em sua proposta pedagógica, valorizando a potência dessa herança em nossas linguagens, saberes e modos de existir.</p>



<p>Outra data que não passa em vão é o <strong>Dia de Nelson Mandela</strong>, ocasião propícia para relembrar sua trajetória e a <a href="https://www.instagram.com/reel/C9kk4j1AhvW/?igsh=MWJmMmV1amJtOHds">filosofia Ubuntu</a> de compaixão, caridade e respeito ao próximo que ele defendia.</p>



<p>Já o <strong>Dia da Consciência Negra</strong> é entendido não como uma celebração isolada, mas como um marco para aprofundar reflexões sobre como cada um de nós, estudantes, famílias, educadores, pode contribuir para uma sociedade mais justa e igualitária. A data funciona como um espelho: que práticas estamos transformando? Que preconceitos estamos enfrentando? Que caminhos ainda precisamos construir juntos?</p>



<p>Um dos exemplos mais significativos dessa postura foi o evento <a href="https://www.instagram.com/reel/DDIXERuSjI2/?igsh=MWU1M2F3cnFidWxiYw==">Pérola Negra</a>, realizado em 2024, verdadeira celebração da riqueza e diversidade da cultura afro-brasileira. A programação contou com apresentação de banda, capoeira, literatura, música, pintura e teatro em atividades protagonizadas pelos alunos. Foi um manifesto vivo, centralizando a herança afro pulsante e reconhecida como parte essencial.</p>



<p>O evento também trouxe reflexões pertinentes com a participação do psicólogo Claudio Donizeti dos Santos e da psicopedagoga Vivian Ventura, que abordaram com sensibilidade e rigor temas relacionados à Consciência Negra, ao racismo estrutural e à importância de práticas antirracistas desde a infância.</p>



<p><strong>Representatividade preta como princípio, não como exceção</strong></p>



<p>Falar de antirracismo na escola implica olhar com seriedade para a pergunta: quem ocupa os espaços de fala, decisão, orientação e cuidado? No Júlio Verne, a política antirracista também se concretiza na diversidade nas contratações e no reconhecimento de profissionais negros em posições de referência.</p>



<p>Mais do que preencher um requisito, trata-se de afirmar que pessoas pretas devem ser vistas, ouvidas e valorizadas em toda a sua potência intelectual, pedagógica e humana. Estudantes precisam olhar para a sala dos professores, para a coordenação, para os murais e para as lideranças e perceber que a escola não reproduz o apagamento histórico, e sim, caminha na direção oposta: devolver às pessoas negras o lugar de protagonismo que lhes foi negado.</p>



<p><strong>Um projeto antirracista, um ensino humanista</strong></p>



<p>“Ao combater o racismo, combatemos também a ideia de que algumas vidas valem mais do que outras. Ao assumir uma política antirracista, nosso colégio reafirma o próprio sentido do que entende por educação: um projeto que forma sujeitos íntegros, críticos, éticos e sensíveis às dores e às lutas do outro. E é nesse horizonte que a política antirracista se encontra com o ensino humanista e humanitário que orienta a escola.” – Alexandre Medeiros, diretor geral do Centro de Estudos Júlio Verne.</p>



<p>Enfim, ser antirracista não é um discurso, é uma prática. E, como nos lembra o pequeno manual citado no início deste texto e que tem inspirado tantas mudanças no país, essa prática é urgente e cotidiana. Uma aula, um projeto, um mural, uma contratação, um evento, tudo é uma oportunidade de reafirmar que uma escola verdadeiramente comprometida com o futuro é, necessariamente, uma escola antirracista.</p>



<p><strong>POLÍTICA ANTIRRACISTA DO JÚLIO VERNE CENTRO DE ESTUDOS</strong></p>



<p><strong>1. Princípios norteadores</strong></p>



<p>O <strong>Júlio Verne Centro de Estudos</strong> assume publicamente seu compromisso com uma <strong>política antirracista</strong> que atravessa todas as dimensões da vida escolar. Essa política se fundamenta nos seguintes princípios:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Reconhecimento do racismo estrutural</strong> na sociedade brasileira e de seus impactos na educação, nas oportunidades e nas relações sociais.</li>



<li><strong>Responsabilidade compartilhada</strong>, com ênfase no papel da branquitude em reconhecer seus privilégios e atuar ativamente na transformação das estruturas racistas.</li>



<li><strong>Valorização da identidade negra</strong>, de sua história, saberes, estéticas, produções intelectuais, culturais e políticas.</li>



<li><strong>Educação para os direitos humanos</strong>, com foco na igualdade racial, na justiça social e na dignidade de todas as pessoas.</li>



<li><strong>Representatividade e inclusão</strong>, garantindo presença efetiva e valorizada de pessoas negras nos diferentes espaços da escola, sobretudo em posições de liderança, referência e tomada de decisão.</li>
</ol>



<p><strong>2. Objetivos da política antirracista</strong></p>



<p>A política antirracista do Júlio Verne tem como objetivos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Combater práticas, discursos e estruturas racistas dentro do ambiente escolar, sejam elas explícitas ou sutis.</li>



<li>Assegurar um ambiente seguro, acolhedor e respeitoso para estudantes, famílias e profissionais negros.</li>



<li>Promover uma formação crítica que permita aos estudantes compreender e enfrentar o racismo em suas múltiplas formas.</li>



<li>Integrar a perspectiva antirracista ao currículo, aos projetos pedagógicos, à gestão e às relações institucionais.</li>



<li>Fortalecer o diálogo contínuo com famílias e comunidade na construção de uma cultura escolar antirracista.</li>
</ul>



<p><strong>3. Representatividade e diversidade nas equipes</strong></p>



<p>Reconhecendo que não existe coerência em uma política antirracista sem presença efetiva de pessoas negras em espaços de poder e referência, o colégio assume os seguintes compromissos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Buscar ativamente diversidade racial nas contratações, considerando pessoas negras em todos os setores</li>



<li>Promover condições para que profissionais negros tenham trajetórias de desenvolvimento e reconhecimento, com acesso a formações e oportunidades de liderança </li>



<li>Garantir que a representatividade preta se reflita no cotidiano da escola, de modo que estudantes se reconheçam e se vejam representados nas figuras de autoridade, cuidado e referência acadêmica.</li>
</ul>



<p><strong>4. Currículo e práticas pedagógicas</strong></p>



<p>A perspectiva antirracista é incorporada ao currículo e às práticas pedagógicas por meio de:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Inclusão sistemática da história e cultura africana, afro-brasileira e indígena nos componentes curriculares</li>



<li>Valorização de autores, pensadores, cientistas, artistas e lideranças negras nas diferentes áreas do conhecimento.</li>



<li>Desenvolvimento de projetos permanentes que abordem identidade, pertencimento, discriminação racial, privilégios e resistência.</li>



<li>Utilização de metodologias que favoreçam o diálogo, a escuta ativa e o enfrentamento de preconceitos, promovendo o pensamento crítico e empático.</li>
</ul>



<p><strong>5. Cultura escolar, artes e espaços simbólicos</strong></p>



<p>A política antirracista se expressa também nos espaços físicos e simbólicos do colégio:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Manutenção de espaço dedicado à memória e homenagem de personalidades negras que lutaram pela igualdade racial</li>



<li>Incorporação de linguagens artísticas originadas e protagonizadas por pessoas negras em atividades extracurriculares, apresentações e eventos institucionais.</li>



<li>Promoção de projetos e evento que utilizem a arte como ferramenta de reflexão sobre a história da população negra, o racismo, a resistência e as lutas por direitos.</li>



<li>Celebração de datas como o Dia Mundial da Cultura Africana e Afrodescendente e o Dia da Consciência Negra como momentos de aprofundamento, visibilidade e fortalecimento de processos que já são vividos no dia a dia escolar.</li>
</ul>



<p><strong>8. Prevenção, escuta e enfrentamento de situações de racismo</strong></p>



<p>O colégio estabelece procedimentos claros para prevenir e enfrentar situações de racismo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Reafirmação informativa de que atitudes racistas não são toleradas no ambiente escolar.</li>



<li>Escuta ativa para que estudantes, famílias e profissionais possam relatar situações de discriminação racial.</li>



<li>Análise cuidadosa de cada caso, registro das ocorrências e encaminhamentos pedagógicos e institucionais adequados.</li>
</ul>



<p><strong>9. Monitoramento, avaliação e compromisso contínuo</strong></p>



<p>Por entender que uma política antirracista é processo e não ponto de chegada, o Júlio Verne Centro de Estudos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Avalia periodicamente suas ações antirracistas, projetos e formações, promovendo ajustes sempre que necessário.</li>



<li>Mantém espaços de escuta e participação da comunidade escolar para aprimorar práticas e políticas voltadas à igualdade racial.</li>



<li>Assume o compromisso de reafirmar sua posição como escola que não se contenta em “não ser racista”, mas que se dispõe a agir, de forma concreta e contínua, para construir um ambiente verdadeiramente antirracista, humanista e humanitário.</li>
</ul>
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			</item>
		<item>
		<title>Como, na prática, acontece o método humanista e humanitário no Júlio Verne Centro de Estudos ?</title>
		<link>https://www.julioverne.com.br/metodo-humanista-e-humanitario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[julioverne]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Oct 2025 17:04:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Júlio Verne Centro de Estudos]]></category>
		<category><![CDATA[Método humanista e humanitário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Falar de um método humanista e humanitário é falar de uma forma de enxergar uma educação que vai além da técnica. No Júlio Verne Centro de Estudos, esse princípio está no centro do projeto pedagógico e aparece em cada fase da formação dos alunos, da Educação Infantil ao Ensino Médio. O diretor acadêmico da instituição,...</p>
<p>O post <a href="https://www.julioverne.com.br/metodo-humanista-e-humanitario/">Como, na prática, acontece o método humanista e humanitário no Júlio Verne Centro de Estudos ?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.julioverne.com.br">Julio Verne</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Falar de um método humanista e humanitário é falar de uma forma de enxergar uma educação que vai além da técnica. No <a href="https://www.julioverne.com.br/">Júlio Verne Centro de Estudos</a>, esse princípio está no centro do projeto pedagógico e aparece em cada fase da formação dos alunos, da Educação Infantil ao Ensino Médio.</p>



<p>O diretor acadêmico da instituição, Alexandre Medeiros, explica que a base filosófica dessa metodologia vem de seus estudos aprofundados sobre os evangelhos e que, a partir dessa leitura, começou a refletir sobre <strong>como os valores cristãos poderiam dialogar com a educação</strong>. Dos estudos e reflexões, chegou à conclusão de que não haveria como uma instituição que se apresenta como cristã deixar de aplicar os conceitos de humanismo e humanitarismo em sua prática pedagógica.</p>



<p>“Depois, aprofundei-me em filósofos como <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Josef_Pieper">Josef Pieper</a>, que fala sobre o encantamento pelo saber; por <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Paulo_Freire">Paulo Freire</a>, que trata da conscientização na educação; e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Rubem_Alves">Rubem Alves</a>, que traz a ideia da compaixão na educação. Ao unir esses três pensadores e refletir sobre os evangelhos, construímos a metodologia que aplicamos hoje no <strong>Júlio Verne</strong>, fruto de muita pesquisa e estudo”, explica Medeiros.</p>



<p>Dessa forma, esse método desenvolvido não é uma técnica ou ferramenta de ensino, mas uma atitude diante do saber, uma prática refletida e consciente, guiada por valores e ideias. “É uma práxis em como vivenciar o saber. É se deixar ser espantado pelo saber, se deixar ser encantado pelo saber, sendo atravessado pelo amor ao próximo, e sentir compaixão pelo outro”, complementa o diretor.</p>



<p><strong>Muito além do desempenho acadêmico</strong></p>



<p>Essa visão se concretiza na forma como o <strong>Júlio Verne </strong>enxerga cada aluno em sua totalidade. A diretora geral, Marcia Saggio, destaca que essa formação humanista e humanitária vai além do desempenho escolar e considera todas as dimensões do ser humano: “Adotamos esse método porque queremos olhar o ser humano como um todo, no aspecto acadêmico, físico, mental e artístico. O aluno não pode ser visto apenas por uma única faceta. Nosso papel é contribuir para que se torne um indivíduo capaz de se realizar e, depois, se tornar um cidadão que vai contribuir com a sociedade.”</p>



<p>E para chegar a esse processo, as artes e os esportes assumem um papel essencial na instituição, por fortalecerem a autoconfiança, a expressão e o desenvolvimento integral dos alunos. “As artes dão <strong>liberdade de expressão</strong>, ajudam o estudante a defender ideias e a se movimentar com desenvoltura. Já os esportes desenvolvem o corpo e <strong>favorecem a maturidade</strong>. O resultado é um ser criativo, construtivo e, ao mesmo tempo, compassivo, que busca soluções e pensa em como <strong>contribuir para melhorar o mundo</strong>”, destaca Marcia.</p>



<p>Medeiros ressalta que as apresentações teatrais e os espetáculos artísticos musicais no <strong>Júlio Verne Centro de Estudos</strong> traduzem os projetos da Unesco de preservação do planeta em linguagens artísticas. “Eles são a nossa metodologia na prática”.</p>



<p>Essa formação também se apoia em um equilíbrio entre a tradição de mais de cinco décadas de existência do Centro de Estudos e a inovação, que no <strong>Júlio Verne</strong> se traduz em unir o humanismo ao alto desempenho acadêmico. </p>



<p>Como explica o diretor de planejamento, Salvatore Saggio, esse equilíbrio se faz ao compreender o momento certo para aplicar cada enfoque, de acordo com o ciclo escolar. Na educação infantil, por exemplo, o aprendizado acontece de forma lúdica, com leveza e brincadeiras. Nos anos fundamentais, o foco ganha força nas artes e atividades culturais, construindo ao mesmo tempo uma base sólida de conhecimento. Já no ensino médio integral, a prioridade passa a ser a preparação para os vestibulares mais concorridos, aliado ao ensino bilíngue, sem deixar de lado a formação cidadã.</p>



<p>“Formamos líderes, mas não líderes respeitados pela autoridade ou pelo medo. Formamos líderes respeitados pelo conhecimento, pela capacidade de fazer com que os outros também atinjam seu melhor desempenho”, resume Salvatore.</p>



<p>Assim, o método humanista e humanitário no <strong>Júlio Verne </strong>não é apenas uma filosofia escrita em documentos. Ele se traduz no dia a dia da escola, nas escolhas pedagógicas, na estrutura de ponta que oferece recursos tecnológicos, salas equipadas e ambientes planejados para estimular o aprendizado, no incentivo à arte, ao esporte, ao conhecimento e, principalmente, na formação de cidadãos críticos, compassivos e preparados para transformar os espaços em que atuarem. A proposta é clara: formar indivíduos completos, capazes de pensar criticamente, agir com compaixão e contribuir ativamente para a sociedade, combinando tradição, inovação e excelência acadêmica.</p>
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		<title>Júlio Verne marca presença no BE Connected</title>
		<link>https://www.julioverne.com.br/julio-verne-marca-presenca-no-be-connected/</link>
		
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		<pubDate>Mon, 29 Sep 2025 21:57:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[BE Connected]]></category>
		<category><![CDATA[Júlio Verne Centro de Estudos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Júlio Verne Centro de Estudos participou do BE Connected, evento promovido pela BE Education / BE Currículo Bilíngue realizado na Fundação Dom Cabral, em Minas Gerais, entre os dias 25 e 27 de setembro.  Em sua edição comemorativa de 25 anos, o encontro reuniu educadores e gestores de todo o país para debater a...</p>
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<p>O Júlio Verne Centro de Estudos participou do BE Connected, evento promovido pela BE Education / BE Currículo Bilíngue realizado na Fundação Dom Cabral, em Minas Gerais, entre os dias 25 e 27 de setembro. </p>



<p>Em sua edição comemorativa de 25 anos, o encontro reuniu educadores e gestores de todo o país para debater a educação do futuro com base em gestão, liderança e inovação.</p>



<p>Foi uma programação intensa, com palestras, painéis e workshops que abordaram temas como liderança escolar, planejamento estratégico, currículo bilíngue e transformação digital. Mais do que apresentar tendências, este encontro provocou reflexões sobre como as escolas podem se preparar para os novos desafios educacionais sem perder de vista o compromisso humano e social.</p>



<p>Representado pelo diretor de Planejamento Estratégico, Salvatore Saggio, o Centro de Estudo Júlio Verne reforçou a postura do colégio de estar sempre atento às inovações do setor educacional. Essa participação evidenciou a importância do planejamento para transformar ideias em práticas concretas dentro do ambiente escolar, da formação docente ao fortalecimento do protagonismo estudantil.</p>



<p>O impacto para a comunidade escolar</p>



<p>Ao integrar-se a uma rede de instituições que compartilham valores de inovação e excelência, a instituição reafirma que o aprendizado não se limita às salas de aula. As experiências vividas no BE Connected já se refletem em projetos que visam enriquecer o currículo, fortalecer o ensino bilíngue e aprimorar a formação contínua dos professores.</p>



<p>“Essa participação foi mais do que um momento de troca: foi uma confirmação de que o Júlio Verne é uma escola que pensa o futuro da educação agora, com ousadia, método e propósito e que estamos sempre conectados às melhores práticas para oferecer aos nossos alunos uma formação integral, que une conhecimento, valores e visão de mundo” – Salvatore.</p>
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		<title>Simulação de Debate Modelo ONU é pauta do Notícias JV</title>
		<link>https://www.julioverne.com.br/simulacao-debate-modelo-onu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[julioverne]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2025 21:32:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Estudos Júlio Verne]]></category>
		<category><![CDATA[Colégio em Diadema]]></category>
		<category><![CDATA[ensino médio]]></category>
		<category><![CDATA[Simulação Debate Modelo ONU]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Alunos do Ensino Médio do Centro de Estudos Júlio Verne transformaram a simulação de debate modelo ONU em um verdadeiro exercício de comunicação. Durante a atividade, realizada na escola, além de representarem países em debates que simularam o Conselho de Segurança, a Organização Mundial do Comércio e o Conselho de Direitos Humanos, os estudantes também...</p>
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<p>Alunos do Ensino Médio do <a href="https://www.julioverne.com.br/">Centro de Estudos Júlio Verne</a> transformaram a <strong>simulação de debate modelo ONU </strong>em um verdadeiro exercício de comunicação. Durante a atividade, realizada na escola, além de representarem países em debates que simularam o Conselho de Segurança, a Organização Mundial do Comércio e o Conselho de Direitos Humanos, os estudantes também assumiram o desafio de produzir a primeira edição do <strong>JV Notícias</strong>, jornal criado para cobrir o evento.</p>



<p>A publicação foi resultado de um trabalho coletivo que envolveu repórteres, editor, editor-chefe e fotojornalista. As reportagens destacaram temas debatidos nos comitês, como a guerra comercial entre China e Estados Unidos, os conflitos envolvendo Rússia e Ucrânia e as políticas de deportação de imigrantes nos EUA. Os textos trouxeram análises sobre a postura diplomática dos países e refletiram a intensidade dos debates travados entre as delegações.</p>



<p>Entre as manchetes publicadas estavam: <em>“</em>Cuba busca reconhecimento mundial e reforça apelo internacional com estratégias políticas”, “Delegação russa utiliza argumentos sem base para debater com Alemanha e Ucrânia, “Alunos do Júlio Verne vivenciam diplomacia em Simulação da ONU<em>”</em>, “Rússia se defende de ataque ucraniano”, <em>“</em>EUA recebem ataque de aliados<em>”</em>, “Cuba rebate diretrizes dos EUA com argumentos sólidos e delegação americana cede”, além de outros temas.</p>



<p>As notícias, redigidas com base nos embates simulados, mostraram a habilidade dos alunos em investigar, apurar e apresentar os fatos com clareza e criticidade.</p>



<p>O professor de História e orientador da atividade (debate), Everaldo Rodrigues, destacou que essa experiência de simulação debate modelo ONU vai além do aprendizado de geopolítica. “Eles exercitam negociação diplomática, empatia, liderança, comunicação e consciência global”.</p>



<p>De acordo com a professora Joyce, que leciona Linguagem, Literatura e Redação e assumiu a ocupação de editora-chefe dessa edição do jornal, inserir uma equipe de jornalismo para essa cobertura fortaleceu o protagonismo dos estudantes e ampliou ainda mais suas competências, proporcionando uma vivência prática sobre diplomacia e comunicação estratégica.</p>



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